Ryan Malone tem 2ª oportunidade com os Rangers

Ryan-Malone
nhl.com

Depois de uma época de 2013/14 para esquecer, que incluiu uma detenção por condução sobre efeito de álcool e posse de droga, Ryan Malone foi dispensado pelos Tampa Bay Lightning. Os New York Rangers decidiram dar uma 2ª oportunidade ao avançado, na forma de um contrato no valor de $700 mil dólares. No entanto, o contrato é two-way, por isso Malone vai ter que provar que pôs o passado para trás das costas, ou então vai recambiado para a AHL.

Ryan Malone, que chegou a conquistar a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010, já expressou os seus remorsos pelas más decisões que tomou e endereçou desculpas públicas aos Lightning e aos seus adeptos. Também deixou claro que vai fazer tudo para voltar a ser o jogador que foi no passado. Malone declarou-se culpado de todas as acusações de que era alvo em tribunal e deu entrada num programa de reabilitação patrocinado pela NHLPA.

Se conseguir entrar nos eixos, Malone pode ser um jogador útil para os Rangers, trazendo maior profundidade ao ataque. Nos seus 10 anos de carreira. já marcou mais do que 20 golos por 6 vezes. Malone tem 370 pontos em 641 jogos, realizados ao serviço de Pittsburgh Penguins e Tampa Bay Lightning. Nos Rangers reencontra os antigos colegas dos Lightning, Dan Boyle e Martin St. Louis.

Anúncios

Cinco prováveis dispensas

450249442_slide

A partir do dia de hoje, as equipas da NHL podem exercer o direito de dispensar um jogador sem as habituais penalizações. Normalmente, quando uma equipa dispensa um jogador é obrigada a pagar a totalidade do contrato e ainda sofre uma penalização no salary cap. Fruto do acordo alcançado no último contrato colectivo de trabalho, as equipas têm agora a possibilidade de dispensar um jogador sem pesar no salary cap.

Por diferentes razões, vários jogadores encontram-se em perigo de serem dispensados. As equipas podem utilizar esta vantagem para ganharem alguma folga salarial, na preparação para a free agency. Aqui ficam os 5 mais prováveis dispensados durante este mês.

Brad Richards – New York Rangers

Contrato: $6.66 milhões de dólares por ano até 2019/20

Brad Richards teve uma boa época ao serviço dos New Rangers, com 51 pontos em 82 jogos. Parte da sua recuperação é devida à influência do novo treinador, Alain Vigneault, que lhe deu uma liberdade que nunca lhe foi permitida durante o reinado de John Tortorella. Mesmo assim, Richard tem 34 anos e as suas capacidades diminuem a olhos vistos.

Richards terá 39 anos quando o contrato de $6.66 milhões acabar. Para os Rangers, será melhor desfazerem-se deste peso, uma vez que têm uma mão cheia de jogadores jovens para renovar. Derick Brassard, Mats Zuccarello, Anton Stralman e Chris Kreider, todos tiveram épocas de afirmação e têm o contrato a terminar.

Ville Leino – Buffalo Sabres

Contrato: $4.5 milhões de dólares por ano até 2016/17

Depois de uma época desastrosa, os Buffalo Sabres são uma equipa em reconstrução. Ville Leino foi contratado depois de um percurso incrível nos Playoffs de 2011 com os Philadelphia Flyers, mas nunca mais conseguiu atingir esse nível.

Para dizer a verdade, Leino foi um dos piores jogadores da NHL, qualquer que seja as estatísticas que se utilizem. O avançado finlandês não marcou qualquer golo em 58 jogos, foi o jogador que menos remates produziu na NHL e também um dos que menos pontos marcou por jogo. Leino é mais do que candidato. Quer seja pela situação da equipa, quer seja pela sua produção, a sua dispensa é mais do que óbvia.

Martin Havlat – San Jose Sharks

Contrato: $5 milhões de dólares por ano até 2014/15

Os San Jose Sharks já informaram o jogador que não vão contar com ele para a próxima época. Vão tentar trocá-lo primeiro, mas um contrato destes é difícil de movimentar e o mais provável será a sua dispensa. Os Sharks sofreram um enorme revés, com a derrota na 1ª ronda frente aos eventuais campeões Los Angeles Kings, e deverão executar uma autêntica revolução no plantel. Os $5 milhões vão dar muito jeito nessa reconstrução.

Havlat não é um mau jogador. Ele marcou 22 pontos em 48 jogos, fazendo parte de uma 3ª linha muito forte dos Sharks. Mas as lesões têm impedido que o checo esteja no seu melhor. Mesmo sem lesões, o contrato é muito pesado. O seu salário está ao nível de James Neal, Bobby Ryan e Jamie Benn. Ele não.

Ryan Malone – Tampa Bay Lightning

Contrato: $4.5 milhões de dólares por ano até 2014/15

Com a saída de Martin St. Louis, os Tampa Bay Lightning viraram uma página da sua história. Das estrelas que trouxeram a Stanley Cup em 2004 apenas sobra Malone. Os Lightning foram uma das grandes surpresas da época, com um contingente impressionante de jovens a apoiar o novo líder da equipa, Steven Stamkos. Desde que chegou ao cargo, o GM dos Lightning Steve Yzerman tem aplicado uma estratégia de futuro. Malone não faz parte desse plano.

Juntando a isso, Malone foi preso por posse de cocaína em Abril. Com o jovem Jonathan Drouin, que joga na mesma posição que Malone, à espera de um lugar na equipa da próxima temporada, a dispensa de Malone é mais do que certa.

Mike Richards – Los Angeles Kings

Contrato: $5.75 milhões de dólares por ano até 2019/20

Esta é uma opinião pessoal. Não existem indícios que os Kings estejam a pensar em dispensar Mike Richards, mas conhecendo o modo de actuar do GM Dean Lombardi, é bem possível. Pelo menos faz sentido.

Richards perdeu preponderância no plantel dos Kings. Apesar de uma época dentro do normal (41 pontos em 82 jogos), Richards chegou a jogar na 4ª linha dos Kings durante os Playoffs. O aparecimento de jovens como Tyler Toffoli e Tanner Pearson retiram tempo de jogo ao veterano de 29 anos. Tudo depende do que Dean Lombardi quiser fazer depois de ganhar a Stanley Cup. Manter esta equipa ou reforçar cirurgicamente algumas posições. Se escolher a última opção, os $5.75 milhões podem dar muito jeito.

Lundqvist responde a Quick e sobe a parada

frozen061114_960_slide

O rei regressou. Para ser verdadeiro, Henrik Lundqvist não tinha estado no seu melhor nos primeiros jogos da final. Houve muito azar envolvido em alguns dos golos sofridos, mas Lundqvist será o primeiro a reconhecer a sua culpa. No jogo de quarta-feira, onde a derrota significava o fim do caminho, os Rangers precisavam de Lundqvist no seu melhor. E foi isso que aconteceu.

O Sueco fez a sua melhor exibição da final, parando 40 dos 41 remates feitos pelos Kings. Foi a 16º vez em 25 jogos nos Playoffs que Lundqvist sofreu menos do que 3 golos. Para além do rei, os Rangers puderam contar com a “senhora” sorte. Primeiro, Anton Stralman fez um corte em cima da linha de golo. Depois, foi um monte de neve que evitou o golo do empate a um minuto do fim do jogo. Milagre no Madison Square Garden.

Será que os Rangers apenas adiaram o inevitável, ou será este o início de uma recuperação histórica? Se os Kings jogarem tão bem como o fizeram neste jogo, enchendo a baliza dos Rangers com 41 remates, é difícil não os ver a vencer o Jogo 5, mesmo com Lundqvist a alto nível. Aliás, não fosse alguns momentos de pura sorte, a final teria já acabado.

Jonathan Quick brilha no Jogo 3

frozen061014_960_slide

Quando os Los Angeles Kings alcançaram a vantagem de dois golos no Jogo 3, toda a gente estava à espera da reviravolta. Afinal, essa tem sido a história desta final. Os Kings recuperaram de desvantagens de dois golos para vencerem o Jogo 1 e o Jogo 2. Mas isso não aconteceu desta vez. Os Kings são uma das melhores defesas da NHL e conseguiram fazer aquilo que os Rangers não conseguiram: segurar a vantagem.

A equipa de LA joga melhor quando está na frente do marcador. Depois de Jeff Carter ter marcado o 1º golo do jogo com 0.7 segundos para acabar o 1º período, os Kings puderam recuar, absorver a pressão do forecheck dos Rangers e lançar contra-ataques perigosos para a baliza de Lundqvist.

Antes deste jogo, Jonathan Quick estava perto de se tornar no vencedor da Stanley Cup com a percentagem de defesas mais baixas desde 1990 (90.2%). O Jogo 3 trouxe-nos o Quick de 2012, que bateu o recorde da NHL com 93.4% de defesas. O guarda-redes dos Kings evitou vários golos dos Rangers, com defesas acrobáticas. Foi particularmente importante no 2º período, quando os Rangers fizeram 17 remates à baliza.

Nada corre bem aos Rangers neste momento. Lundqvist, que era suposto ser a sua grande arma, não esteve nada bem neste jogo, apesar dos Rangers terem limitado os Kings a 15 remates. A equipa precisa de mais do melhor guarda-redes do Mundo. O powerplay também voltou a desaparecer, com 6 oportunidades não aproveitadas neste jogo.

Para ainda terem esperanças de erguer a Stanley Cup, os Rangers precisam de toda a ajuda possível. Apenas 4 equipas deram a volta a uma desvantagem de 3-0 numa eliminatória dos Playoffs, e só uma o fez na Final da Stanley Cup (os Maple Leafs de 1942). O mais assustador é que os Kings são melhores do que o que têm mostrado. Conseguem exercer o seu domínio em alguns períodos do jogo, mas parece sempre que têm uma mudança a mais. Se a conseguirem meter, é difícil imaginar os Rangers a vencerem um jogo. Quanto mais quatro…

Antevisão da Final da Stanley Cup

2014-SCF-NYR-LAK

Durante a época regular, parecia não interessar a equipa que vencesse a Conferência Este. Iam à final da Stanley Cup apenas cumprir calendário. O campeão iria sair da Conferência Oeste. Nenhuma equipa do Este ia ter capacidade para derrotar qualquer uma das grandes equipas que habitam a outra conferência.

A conversa já era essa quando se pensava que seriam os Bruins ou os Penguins a vencerem a Conferência Este, e está agora mais forte do que nunca, uma vez que foram os Rangers a apurarem-se para a final. A equipa de Nova Iorque terminou a época regular na 5ª posição e não fazia parte do lote dos favoritos. Os Rangers podem ser uma surpresa, mas serão um adversário difícil para os Kings e poderão mesmo chegar a vitória. Vamos analisar todas as áreas do jogo e ver que equipa leva a melhor.

Avançados

A profundidade do plantel é crucial para o sucesso nos Playoffs, e estas duas equipas têm-na em abundância. Os Kings, que foram o 4º pior ataque da NHL com 2.42 golos por jogo, são agora o melhor ataque dos Playoffs, com 3.48 golos por jogo. Alguns dos seus avançados têm uma percentagem de remate insustentavelmente alta e uma questão se coloca: podem os Kings aguentar este ritmo?

Esta questão pode ser direccionada especialmente a Marian Gaborik. Gaborik, adquirido aos Columbus Blue Jackets no Trade Deadline, lidera os Playoffs com 12 golos, concretizando 18.5% dos seus remates. É provável que a sua produção diminua, especialmente considerando o guarda-redes que ele vai enfrentar.

Mas a força dos Kings está na quantidade de jogadores que podem resolver o jogo. Se o Gaborik não marcar, os Kings têm ainda Jeff Carter, Justin Williams, Dustin Brown e Anze Kopitar, este último provavelmente o melhor jogador que vamos puder ver no gelo.

O ataque dos Rangers não tem sido tão letal como o dos Kings, mas certamente não é uma fraqueza. As linhas avançadas dos Rangers são muito equilibradas e todas têm capacidade para criar perigo no ataque. A aquisição de Martin St. Louis deu a Alain Vigneault uma flexibilidade que não tinha até então. A produção de St. Louis demorou a chegar, mas o veterano de 37 anos foi essencial nas duas últimas eliminatórias e lidera os Rangers com 13 pontos.

Vantagem: Kings

Defesas

O confronto entre as duas defesas pode resumir-se a Drew Doughty contra Ryan McDonagh. Ambos têm a obrigação de marcar os melhores jogadores do adversário, mas também têm a capacidade de contribuir para a fase ofensiva. É esperado que ambos joguem mais de 25 minutos por jogo. Doughty está habituado a estas andanças e já tem uma Staney Cup ganha. McDonagh não tem tanta experiência a este nível.

O factor X da defesa dos Rangers tem sido as exibições de Anton Stralman. O defesa Sueco começa mais turnos na zona defensiva do que qualquer outro jogador, mas mesmo assim os Rangers fazem mais remates do que o adversário quando ele está em campo. O par defensivo composto por Stralman e Marc Staal pode ser uma arma importante para Alain Vigneault lidar com os avançados dos Kings.

Apesar de os Rangers terem mais soluções, a vantagem está do lado da equipa que tem um dos melhores defesas da NHL, Drew Doughty.

Vantagem: Kings

Guarda-Redes

É aqui que os Rangers podem fazer a diferença. Eles têm algo que mais ninguém: Henrik Lundqvist. Apesar de Jonathan Quick já ter conquistado uma Stanley Cup e Conn Smith, Lundqvist é o melhor guarda-redes da NHL.

Mais importante que isto, o Sueco está a ser muito melhor que Quick nestes Playoffs. Lundqvist tem 92.8% de percentagem de defesas, enquanto Quick apresenta uns mediocres 90.6%.

Se Quick continuar com dificuldades os Rangers podem surpreender. Lundqvist é capaz de carregar com a equipa às costas, e provavelmente terá que o fazer novamente. Vai ser dificil, mas se há alguém capaz de mudar o destino da final sozinho é ele.

Vantagem: Rangers

Equipas Especiais

Nos 21 jogos até agora, o powerplay dos Kings aproveitou 25.4% das oportunidades, o melhor registo entre os 4 finalistas. O que torna este powerplay tão forte é o número de opções que tem. Doughty é uma ameaça constante da linha azul, Dustin Brown e Jeff Carter criam a confusão à frente da baliza, Gaborik e Kopitar usam o seu talento para criar jogadas de perigo nas bordas e fazer passes de morte para os colegas.

Já o penalty kill dos Kings não é tão forte. A equipa de LA apenas anulou 81.2% dos powerplays dos adversários. Não é horrível, mas não inspira grande confiança. Já os Rangers enfrentam o problema exactamente oposto.

O seu powerplay tem sido muito fraco, aproveitando apenas 13.6% das oportunidades. Este número pode ser principalmente atribuído a uma série de 36 powerplays sem nenhum golo marcado nas primeiras rondas dos Playoffs, mas a produção não melhorou muito de lá para cá.

O penalty kill dos Rangers vai ter uma tarefa bastante complicada, mas não há nada nos números que diga que eles não possam travar o powerplay dos Kings. O Rangers anularam 85.9% dos powerplays dos adversários, o melhor registo dos Playoffs.

Vantagem: Nula

New York Rangers na final da Stanley Cup

New York Rangers 1 – 0 Montreal Canadiens
Rangers vencem série por 4-2

Os Rangers precisaram de ganhar dois Jogos 7. Recuperaram de uma desvantagem de 3-1 na eliminatória contra os Penguins. Fizeram tudo isto sem um capitão definido e no primeiro ano de Alain Vigneault à frente da equipa. Mesmo com todas as contrariedades, os Rangers estão na final da Stanley Cup pela primeira vez desde 1994.

Dominic Moore marcou o único golo do jogo e Henrik Lundqvist parou todos os remates dos Canadiens. O domínio dos Rangers foi avassalador durante todo o jogo, algo que acabou por não se reflectir no resultado. A única verdadeira oportunidade dos Canadiens foi o remate de Thomas Vanek no 2º período, que obrigou a uma defesa acrobática de Lundqvist.

Dustin Tokarski fez tudo o que pode para suprir a ausência de Carey Price, e não se pode dizer que os Canadiens sentiram a falta do seu guarda-redes titular. Tokarski foi o único jogador dos Canadiens que mereceu outro resultado no jogo de ontem. Aliás, se o jogo terminou apenas 1-0 deveu-se principalmente a ele. O resto da equipa esteve bastante apagada. Basta ver que no 3º período fizeram apenas 5 remates à baliza dos Rangers, num jogo que estava ao seu alcance (graças a Tokarski) e onde a derrota significava o fim do sonho.

Um dos pontos fortes dos Rangers nestes Playoffs tem sido a profundidade das linhas atacantes. Mesmo quando as suas principais figuras não conseguem marcar, as linhas secundárias são capazes de criar perigo para a baliza adversária. Eles têm a melhor 3ª linha da NHL no momento e a 4ª linha apareceu em grande outra vez neste jogo, com o 3º golo de Moore nos Playoffs. Esta é a principal arma da equipa de Alain Vigneault, a juntar ao melhor do mundo na baliza.

Resta agora saber quem se vai juntar aos Rangers: Chicago Blackhawks ou Los Angeles Kings?

Canadiens resistem num jogo que teve de tudo

Montreal Canadiens 7 – 4 New York Rangers
Rangers lideram a série por 3-2

Se calhar é mais fácil enumerar aquilo que não aconteceu na vitória por 7-4 dos Montreal Canadiens sobre os New York Rangers. Vimos Rene Bourque fazer um hat-trick, ou seja, em 13 minutos de jogo marcou um terço dos golos que marcou em 63 jogos na época regular (9). Vimos Henrik Lundqvist, o melhor guarda-redes da NHL, ser substituído a meio do jogo depois de ter sofrido 4 golos em 27 minutos. Grande parte do jogo figurou um duelo nas balizas entre Cam Talbot e Dustin Tokarski.

Vimos um 2º período com 6 golos, onde os Rangers conseguiram empatar o jogo a quatro depois de terem estado a perder por 4-1. Vimos Derek Stepan marcar dois golos, apesar de ter sido operado ao maxilar há poucos dias. Vimos uma das melhores defesas do ano, um dos melhores passes do ano e uma das maiores fitas do ano.

Cegos de frustração, os Rangers começaram a perder a cabeça. John Moore teve uma entrada perigosa sobre Dale Weise. O defesa dos Rangers acertou na cabeça do adversário, que naquele momento não estava na posse do disco, o que lhe irá valer uma suspensão. Brendan Prust já foi suspenso 2 jogos nesta eliminatória por uma placagem muito parecida.

A acção também se fez antes e depois do jogo jogado. No fim, P.K. Subban agradeceu de forma carinhosa todo o trabalho realizado por Dustin Tokarski durante toda a partida. Ainda antes desta começar, Brian Gionta teve um acidente que já aconteceu a muitos de nós. Vá, vá lá, admitam.

Num jogo com tantos motivos de interesse resta agradecer aos Canadiens por terem ganho e por permitirem que esta série continue. Será demais pedir mais do mesmo para o Jogo 6?