Uns jogam…Outros tiram “selfies”!

Na segunda-feira passada os Minnesota Wild fizeram um jogo de preparação com os Pittsburgh Penguins. Os Wild venceram por 4-1, mas os fãs e um jogador em particular não estavam muito interessados no resultado. É que o guarda-redes suplente dos Wild foi Ilya Bryzgalov. E se ele não joga, tira “selfies”. No 3º período formou-se um fila de adeptos, junto do banco, para tirar a famosa foto com o sorridente aspirante a astronauta. Ilya mostrou-se muito simpático e não se importou de pousar “junto” dos fãs. A verdade é que o vidro separava-o dos adeptos, por isso ele não estava mesmo junto deles. Mesmo assim estava um jogo a decorrer. Questionado sobre estes acontecimentos o treinador dos Wild não quis comentar. Também não valia a pena..Ele faz o que quer. Aqui ficam algumas das fotos

O guarda-redes que viu a sua carreira ganhar um novo fôlego no ano passado, com a passagem dos Wild aos Playoffs, este ano tem de se aprumar porque a equipa de Minnesota tem 4 opções para a baliza. Ilya rei das “selfies”. E dos Wild?

Rangers forçam Jogo 7

New York Rangers 3 – 1 Pittsburgh Penguins
Série empatada 2-2

Com duas vitórias consecutivas, os New York Rangers evitam a eliminação e levam a eliminatória ao decisivo Jogo 7. Os Penguins pareciam que tinham a eliminatória na mão, depois de duas vitórias no Madison Square Garden, mas não conseguiram dar o golpe de misericórdia.

Martin St. Louis marcou o golo inaugural da partida, dois dias depois da morte da sua mãe. O golo foi ainda mais especial porque ontem se comemorava o Dia da Mãe nos Estados Unidos. No fim do jogo, St. Louis recebeu o prémio de melhor em campo da parte dos seus colegas de equipa e deu um discurso emocionado.

Para o Jogo 7, as coisas não podiam estar mais equilibradas. Os Penguins têm a vantagem de jogar em casa, apesar de já terem sofrido duas derrotas nesta eliminatória. Os Rangers são especialistas em Jogos 7, com 4 vitórias consecutivas desde 2012. Combinando o palmarés de todo o plantel dos Rangers em Jogos 7, eles têm 63 vitórias e 6 derrotas.

Chicago Blackhawks 2 – 1 Minnesota Wild
Blackhawks lideram série por 3-2

Já há quem lhe chame “O Turno”. Em 30 segundos, Jonathan Toews fez tudo aquilo que se pede a um jogador de hockey no gelo. Entrou na zona ofensiva com o controlo do disco, fez um forecheck rápido e eficaz, fez uma grande placagem contra as bordas e atacou a baliza à espera de um ressalto. O golo acabaria por dar a vitória aos Blackhawks e a liderança na eliminatória.

Os campeões em título arrancaram um pouco adormecidos e os Wild aproveitaram para dominar o 1º período. Erik Haula fez o 1-0, depois de ter feito o campo todo com o disco no stick. Um lance indicativo da apatia que os Blackhawks demonstraram nos primeiros 20 minutos.

Mas no 2º período a equipa de Joel Quennville reagiu. O forecheck começou a funcionar e os Wild tinham cada vez mais dificuldades em sair da sua zona defensiva. Bryan Bickell empatou o jogo com o seu 6º golo nos Playoffs. Os Wild precisam agora de vencer o Jogo 6 para continuarem em prova. Têm a vantagem de jogar em casa, onde são invencíveis nos playoffs até agora, com 5 vitórias em 5 jogos.

P.K. Subban responde a comentários racistas com excelência no gelo

Montreal Canadiens 4 – 2 Boston Bruins
Canadiens lideram série por 2-1

P.K. Subban continua a fazer a cabeça em água à equipa dos Boston Bruins, depois de ter sido alvo de comentários racistas no Twitter. Aos 11 minutos de jogo, Subban encontra Thomas Vanek que faz um passe excelente para o golo de Thomas Plekanec. Quatro minutos depois, Subban tenta placar um jogador dos Bruins, mas acaba por acertar no seu colega de equipa, Vanek, que teve que sair para ser assistido.

Na sequência desse lance, Subban recebe uma penalidade por ter entrado com o cotovelo alto e os Bruins têm um powerplay. Ao fim dos dois minutos, Subban sai da caixa de penalidades, recebe um passe de Lars Eller e fica isolado frente a Tukka Rask. Uma finta de corpo e 2-0 para os Canadiens. Dale Weise marcou o terceiro golos dos Canadiens no 2º período, ainda antes dos Bruins acordarem.

Patrice Bergeron desviou um remate de Torey Krug para fazer o 3-1, e Jarome Iginla colocou os Bruins a um golo do empate com 3 minutos para o fim do jogo. Mas Subban voltou a entrar em acção. Durante o último assalto dos Bruins, Subban vai contra a baliza de Carey Price, forçando a paragem no jogo. Se intencional, o lance é merecedor de grande penalidade, mas Subban fez o suficiente para fazer os árbitros duvidarem. Jogada de veterano de um jogador que tem apenas 24 anos.

Minesotta Wild 4 – 0 Chicago Blackhawks
Blackhawks lideram série por 2-1

Os Wild utilizaram da melhor maneira o factor casa para vencerem o primeiro jogo nesta eliminatória. A estratégia de Mike Yeo para este jogo foi clara: manter um ritmo baixo. Com a quantidade de jogadores rápidos que os Blackhawks têm, não é boa ideia entrar num jogo de parada e resposta. Os Wild identificaram esse ponto forte do adversário e moldaram o jogo à sua medida.

Existem dois tipos de equipa na NHL. Equipas que fazem e sofrem muitos remates e equipas que fazem e sofrem poucos remates. Os Wild inserem-se na 2ª categoria. Nenhuma equipa fez mais do que 20 remates neste jogo. Os Wild fizeram 18, os Blackhawks 19. Os Blackhawks ainda não conseguiram fazer mais do que 22 remates nesta eliminatória, depois de terem feito uma média de 31 remates por jogo contra os Blues.

Ilya Bryzgalov recuperou alguma da confiança que tinha perdido nos dois primeiros jogos, mas a maneira como os Wild restringem os remates do adversário ajuda a diluir os erros que o guarda-redes possa fazer. Quanto menos remates fizerem os jogadores dos Blackhawks, menos oportunidades tem Bryzgalov de fazer asneira.

Kings vencem 3º jogo seguido e forçam Jogo 7

Columbus Blue Jackets 3 – 4 Pittsburgh Penguins
Penguins vencem a série por 4-2

Mesmo para um espectador neutro, esta foi uma eliminatória muito emocionante. Os Pittsburgh Penguins passaram, mas tiveram que sofrer. Até este jogo, o motivo de conversa era a falta de produção das duas estrelas dos Penguins, Sidney Crosby e Evgeni Malkin. Ora bem, no jogo decisivo Dan Bylsma colocou os dois na mesma linha. Resultado: hat-trick de Malkin com 3 assistências de Crosby.

Estes foram os primeiros golos de Malkin nos Playoffs. Já as críticas à produção de Crosby não têm muito fundamento. Em 6 jogos, Crosby tem 6 pontos. Nenhum golo, mas para ter 6 assistências alguma coisa deve estar a fazer bem. Não faz muito sentido criticar um jogador que marca 1 ponto por jogo. O problema dos Penguins não é Crosby. É o facto deles não conseguirem segurar um resultado.

Isso esteve prestes a acontecer outra vez. Os Penguins venciam por 4-0 quando Fedor Tyutin marcou um golo em shorthand a meio do 3º período. 4-1. Três minutos depois, Artem Anisimov marcou um golo em powerplay. 4-2. A cinco minutos do fim, Nick Foligno desviou um remate de Tyutin para dentro da baliza de Fleury. 4-3. Infelizmente para os Blue Jackets, a reviravolta não foi completa e a equipa foi eliminada. Mas os adeptos não se calaram. O hockey renasceu em Columbus.

Minnesota Wild 5 – 2 Colorado Avalanche
Série empatada 3-3

Apesar do regresso de Matt Duchene, os Avalanche não conseguiram por um fim a esta eliminatória. Com 2 golos de Zach Parise, os Wild forçam o Jogo 7 e mostram que têm o que é preciso para eliminar os Avs. Patrick Roy voltou a tirar o guarda-redes com quase 3 minutos por jogar, mas desta vez não resultou.

Darcy Kuemper é o homem do momento em Minnesota. Depois de ter roubado a titularidade a Ilya Bryzgalov no Jogo 3, o jovem de 23 anos tem 3 vitórias em 4 jogos e uma percentagem de defesas de 93.4%.

O Jogo 7 será disputado na quarta-feira, no Pepsi Center em Denver. Os Avalanche ainda não perderam em casa nesta série, por isso partem com vantagem. O vencedor desse jogo vai encontrar os Chicago Blackhawks na 2ª ronda.

Los Angeles Kings 4 – 1 San Jose Sharks
Série empatada 3-3

Os Los Angeles Kings conseguiram a 3ª vitória consecutiva e forçam assim o decisivo Jogo 7. Depois de terem estado a perder por 3 jogos a zero, os Kings obrigam os Sharks a vencer mais um jogo para passarem à próxima fase. A equipa de San Jose joga em casa, mas como já vimos, nesta série tudo pode acontecer. É surpreendente a recuperação dos Kings. Tal como foi surpreendente os Sharks ganharem os três primeiros jogos com aquela facilidade.

Com o jogo empatado a um golo no 3º período, Justin Williams marcou um golo que pode ser o ponto crucial nesta eliminatória. O avançado dos Kings empurrou o guarda-redes dos Sharks para dentro da baliza e com ele foi o disco. Quem não ficou nada contente foi Todd McLellan, o treinador dos Sharks, que disse mesmo que a sua equipa tinha sido roubada.

A partir desse momento, os Sharks perderam a cabeça e os Kings marcaram mais dois golos, através de Anze Kopitar. Toda esta polémica deve proporcionar um Jogo 7 bem quentinho. É isso mesmo que nós queremos.

Playoffs: Resumo do Dia 4

St. Louis Blues 4 – 3 Chicago Blackhawks (OT)
Blues lideram a série por 2-0

Graças a mais uma vitória no prolongamento, os Blues ganham uma vantagem de 2-0 na eliminatória. Vladimir Tarasenko empatou o jogo a 3 com um golo a 6.4 segundos do fim. Não foi a melhor decisão do Russo, uma vez que tinha um colega desmarcado numa posição muito mais favorável, mas resultou e isso é que conta. Barret Jackman fez o 4-3 com 5 minutos jogados no prolongamento.

Apesar de 7 golos marcados, o momento do jogo foi uma placagem. Brent Seabrook atingiu a cabeça de David Backes, numa entrada muito perigosa. O avançado dos Blues não se mexeu durante alguns momentos e estava claramente abalado. Seabrook foi expulso e recebeu 3 jogos de suspensão. Ainda não há notícias em relação a Backes, mas da maneira como ele ficou, não me parece que ele vá estar apto para o Jogo 3.

A eliminatória muda-se de malas e bagagens para Chicago e aí veremos quem fará mais falta à sua equipa. Seabrook ou Backes.

Pittsburgh Penguins 3 – 4 Columbus Blue Jackets (2OT)
Série empatada 1-1

Os Columbus Blue Jackets conquistaram finalmente a primeira vitória nos Playoffs da história do clube. Foram precisos 2 prolongamentos para a equipa de Columbus puder festejar a vitória sobre os favoritos, Pittsburgh Penguins. Matt Calvert marcou dois golos, um deles decidiu o jogo logo no início do 2º prolongamento.

À entrada para a eliminatória, o mínimo que se pedia aos Blue Jackets era uma vitória. Agora, depois de dois jogos em que conseguiram pôr à prova a equipa dos Penguins, os Blue Jackets começam a acreditar que podem ser a surpresa da 1ª ronda.

Os Penguins voltaram a não conseguir segurar uma vantagem de 3-1, tal como tinha acontecido no Jogo 1. A equipa treinada por Dan Bylsma não tem dificuldade em marcar golos no início do jogo, mas depois recua muito a tentar defender o resultado, e acaba por entregar o domínio ao adversário.

Colorado Avalanche 4 – 2 Minnesota Wild
Avalanche lideram a série por 2-0

Depois de registar 3 pontos no primeiro jogo nos Playoffs da sua carreira, Nathan MacKinnon marcou 4 no segundo. O mais provável vencedor do prémio de rookie do ano faz parte da melhor linha dos Playoffs até ao momento, juntamente com Gabriel Landeskog e Paul Stastny.

MacKinnon tem apenas 18 anos, mas já é um dos jogadores mais rápidos da NHL. Jason Spurgeon é o defesa mais rápido dos Wild e mesmo assim não o conseguiu apanhar, no 1º golo dos Avalanche. Patrick Roy merece muito crédito pela liberdade que dá a esta linha. O treinador dos Avalanche não prende os seus jogadores a estratégias mais defensivas, deixa-os transportar o disco, com movimentos laterais e muita criatividade. E os resultados estão à vista.

Para os Wild, Ilya Bryzgalov não tem sido o guarda-redes que eles precisam. A equipa do Minnesota tem um bom plantel, mas não o suficiente para anularem a desvantagem que têm na baliza. Bryzgalov sofreu 3 golos em 14 remates e foi substituído no 2º período por Darcy Kuemper.

Playoffs: Resumo do Dia 2

New York Rangers 4 – 1 Philadelphia Flyers
Rangers lideram a série por 1-0

Os Philadelphia Flyers concederam a 9ª derrota consecutiva no Madison Square Garden. A equipa treinada por Craig Berube não conseguiu aguentar o domínio territorial dos Rangers. Steve Mason não jogou por lesão. O guarda-redes suplente, Ray Emery, foi chamado à titularidade e não teve um jogo nada fácil. Os Rangers fizeram 36 remates, contra apenas 15 dos Flyers.

Os Rangers dominaram todo o jogo, apesar de se ter mantido um empate a 1 golo até ao 3º período. Ryan McDonagh e Dan Girardi fizeram uma marcação cerrada a Claude Giroux, e a estrela dos Flyers não fez qualquer remate durante toda a partida. Apesar do domínio, o jogo desiquilibrou-se a favor dos Rangers graças a 2 golos seguidos no powerplay. O rookie dos Flyers, Jason Akeson, cometeu uma penalidade por stick alto e colocou os Rangers na vantagem numérica durante 4 minutos.

Brad Richards marcou o primeiro e Derek Stepan o segundo, numa jogada perfeita que mostra aquilo que o powerplay dos Rangers é capaz de fazer. A equipa de Nova Iorque foi muito mais forte sobre o disco, pressionando constantemente o adversário e provocando turnovers na zona ofensiva. Se os Flyers não encontrarem maneira de lidar com isso, esta pode ser uma eliminatória mais curta do que se esperava.

St. Louis Blues 4 – 3 Chicago Blackhawks (3OT)
Blues lideram série por 1-0

O primeiro jogo desta série foi tudo aquilo que podíamos ter imaginado. Golos, emoção e três prolongamentos. Os Blues receberam excelentes notícias antes do início do jogo, com a inclusão de Vladimir Tarasenko no alinhamento. O Russo é uma peça fundamental para os Blues nesta série, e mostrou isso mesmo com 1 golo e 7 remates.

No entanto, o 1º período não foi muito simpático para a equipa da casa e principalmente para Ryan Miller. Os Blues foram para o intervalo a perder por 3-2, com Miller a sofrer 3 golos em 7 remates. O experiente guarda-redes, recém adquirido aos Buffalo Sabres, soube dar a volta por cima e acabou por fazer algumas defesas cruciais na fase decisiva do jogo. A 1 minuto e 35 segundos do fim, Jaden Schwartz empatou o jogo a 3 e obrigou a prolongamento.

O jogo ficou mais fechado, com as duas equipas com medo de errar. Os Blues arriscavam mais no ataque e permitiram alguns contra-ataques perigosos aos Blackhawks, que Miller resolveu sem dificuldade. Com 26 segundos jogados no 3º prolongamento, Alex Steen deu a vitória aos Blues.

Colorado Avalanche 5 – 4 Minnesota Wild (OT)
Avalanche lideram série por 1-0

A estratégia arriscada de Patrick Roy foi recompensada com a vitória no Jogo 1. A 3 minutos do fim do jogo, os Avalanche perdiam por 4-3 e Roy decide retirar o seu guarda-redes em troca por um jogador de campo. Normalmente, os treinadores só fazem isso no último minuto de jogo, mas existe alguma lógica em tentar arriscar a troca mais cedo, tendo mais tempo para puder empatar o jogo.

A esperteza de Roy ia correndo mal, quando os Wild quase introduziram o disco na baliza aberta dos Avalanche. Erik Johnson fez um sprint e conseguiu evitar o golo mesmo em cima da linha. Com 13 segundos para jogar, Paul Statsny conseguiu fazer o empate e levar o jogo a prolongamento. Stastny voltou a marcar para dar a vitória à equipa da casa.

Apesar dos Avalanche saírem muito moralizados depois de uma vitória destas, os Wild venderam cara a derrota. Nathan Mackinnon fez um grande jogo. O rookie dos Avalanche fez 3 assistências, duas das quais nos golos decisivos da partida.

San Jose Sharks 6 – 3 Los Angeles Kings
Sharks lideram série por 1-0

Os Sharks vieram prontos para defrontar os Kings. A equipa de Todd MacLellan não teve medo do contacto físico e pressionou desde cedo os defesas dos Kings. Os Sharks responderam bem ao forecheck dos Kings com os jogadores muito perto uns dos outros. Assim havia sempre alguém a quem passar, no caso de estar a ser pressionado por um adversário.

A estratégia resultou tão bem que os Sharks já venciam por 5-0 no fim do 2º período. Jonathan Quick não teve o seu melhor jogo. O guarda-redes dos Kings foi demasiado agressivo no seu posicionamento e foi apanhado algumas vezes fora da baliza. No 3º período, os Kings ainda esboçaram uma recuperação, mas já era tarde demais.

Duas perguntas se colocam depois deste jogo. Conseguirão os Sharks manter este ritmo de jogo durante toda a série? Se sim, como é que os Kings se vão ajustar perante este desafio? Algo a ter em conta no Jogo 2.

Rupp com placagem feia sobre Oshie

O avançado dos St. Louis Blues T. J. Oshie foi obrigado a abandonar o jogo contra os Minnesota Wild, depois de sofrer uma placagem forte de Mike Rupp.

Oshie esteve caído durante algum tempo, tentou levantar-se mas voltou a cair. Acabou por recuperar o equilíbrio e dirigiu-se diretamente para os balneários. Rupp foi expulso pela placagem e vai ter uma conferência pelo telefone com a comissão disciplinar da NHL.

O avançado dos Wild vai certamente ser suspenso por ter deliberadamente acertado na cabeça do adversário. Já Oshie encontra-se em dúvida para os últimos jogos da época regular.