Kekalainen preocupado com a possibilidade de Johansen falhar o training camp

nhl.com

A possibilidade de os Columbus Blue Jackets começarem o training camp sem Ryan Johansen é cada vez mais real. Como consequência, o GM dos Blue Jackets Jarmo Kekalainen está a ficar frustrado com as negociações e, em especial, com o agente Kurt Overhardt.

“Se calhar é por ser Europeu, mas quero toda a gente aqui para começarem a trabalhar juntos. Quero que a equipa seja o mais importante. Foi assim que tivemos sucesso no ano passado. Foi por causa da equipa, não foi por cause de um só jogador. O nosso sucesso vem de sermos uma verdadeira equipa e não um conjunto de individualidades. Nós não temos estrelas.”

Kekalainen ainda disse que espera que as pessoas à volta de Johansen estejam a pensar no seu futuro, mais particularmente no seu futuro com os Blue Jackets. Terminou com uma farpa direccionada a Overhardt

“O objectivo não devia ser quebrar recordes de comissões.”

Tendo em conta estas declarações, fica claro que todo o processo de negociação está a desgastar a relação entre jogador e equipa, e isso não é bom para ninguém. Os Blue Jackets não podem contar com o jogador, e Johansen está a aumentar as exigências que lhe serão colocadas na próxima época.

O desacordo entre ambas as partes já vem desde Junho. Os Blue Jackets pretendem um “bridge deal“, um contrato curto que os proteja contra eventuais sobressaltos no desenvolvimento de Johansen. Já o jogador considerou esta oferta um desrespeito face ao que fez na época passada. No início de Agosto, o agente de Johansen terá proposto um contrato de 2 anos, aproximando as partes. No entanto, ainda discordam bastante quanto ao valor monetário. Segundo alguns relatos, estão afastados por cerca de $3 milhões de dólares.

Kekalainen já disse que não valia a pena perderem tempo com offer sheets, porque os Blue Jackets igualariam qualquer oferta. Kurt Overhardt já disse por mais do que uma vez que Ryan Johasen tem muito mercado e é um jovem jogador de elite, muito apetecido na NHL. O agente pode ameaçar à vontade, mas enquanto Johansen não tiver a offer sheet assinada, não tem nenhuma vantagem negocial.

Depois do que aconteceu a P.K. Subban, não me parece ser uma boa ideia utilizar a mesma estratégia dos Canadiens. Apesar de terem ficado com o jogador, acabaram por pagar muito mais do que se lhe tivessem dado um contrato longo à uns anos atrás. Não me parece que haja muito risco em apostar forte em Johansen. Com apenas 22 anos, foi o melhor marcador dos Blue Jackets na época passada por larga margem (33 golos e 30 assistências) e o seu jogo defensivo ainda é melhor do que o ofensivo.

No entanto, o jogador também tem que pensar se vale a pena estagnar a sua evolução por causa de uma disputa contratual. Tendo em conta o seu potencial, Johansen vai ter direito a um grande contrato, mais cedo ou mais tarde. Não faz sentido estar a insistir tanto para o ter já. Aqui tenho que concordar com Kekalainen. Esta inflexibilidade parece vir mais do lado do agente, que quer fazer dinheiro o mais rápido possível.

R.J. Umberger regressa aos Flyers em troca de Scott Hartnell

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Os Columbus Blue Jackets fizeram a vontade a R.J. Umberger e trocaram-no para uma equipa que ele conhece bem. O avançado de 32 anos regressa à equipa que lhe deu as boas vindas à NHL. Umberger passou 3 épocas em Philadelphia, onde marcou 116 pontos em 228 jogos.

Enquanto que a saída de Umberger não surpreende, o mesmo não se pode dizer do retorno. Scott Hartnell tem sido peça fundamental e um dos jogadores que melhor incorpora a identidade dos Philadelphia Flyers. Hartnell tem um contrato de $4.75 milhões de dólares durante os próximos 5 anos, enquanto que Umberger aufere $4.6 milhões durante mais 3 épocas.

Os Flyers não são avessos a trocas arrojadas. Basta lembrar Mike Richards, Jeff Carter e James van Riemsdyk, só nas últimas 3 temporadas. Olhando para os dois jogadores envolvidos, Hartnell é claramente melhor em todos os aspectos. Ambos têm 32 anos e custam quase o mesmo, mas Hartnell tem tido uma produção bastante superior à de Umberger.

Esta acaba por ser uma excelente troca para os Blue Jackets, que se livram de alguém que não queria lá estar e ainda recebem em troca um jogador bastante útil. Só espero que o novo GM dos Flyers, Ron Hextall, tenha qualquer coisa na manga. Se não, os Flyers vão sair muito mal na fotografia desta trade.

Kings vencem 3º jogo seguido e forçam Jogo 7

Columbus Blue Jackets 3 – 4 Pittsburgh Penguins
Penguins vencem a série por 4-2

Mesmo para um espectador neutro, esta foi uma eliminatória muito emocionante. Os Pittsburgh Penguins passaram, mas tiveram que sofrer. Até este jogo, o motivo de conversa era a falta de produção das duas estrelas dos Penguins, Sidney Crosby e Evgeni Malkin. Ora bem, no jogo decisivo Dan Bylsma colocou os dois na mesma linha. Resultado: hat-trick de Malkin com 3 assistências de Crosby.

Estes foram os primeiros golos de Malkin nos Playoffs. Já as críticas à produção de Crosby não têm muito fundamento. Em 6 jogos, Crosby tem 6 pontos. Nenhum golo, mas para ter 6 assistências alguma coisa deve estar a fazer bem. Não faz muito sentido criticar um jogador que marca 1 ponto por jogo. O problema dos Penguins não é Crosby. É o facto deles não conseguirem segurar um resultado.

Isso esteve prestes a acontecer outra vez. Os Penguins venciam por 4-0 quando Fedor Tyutin marcou um golo em shorthand a meio do 3º período. 4-1. Três minutos depois, Artem Anisimov marcou um golo em powerplay. 4-2. A cinco minutos do fim, Nick Foligno desviou um remate de Tyutin para dentro da baliza de Fleury. 4-3. Infelizmente para os Blue Jackets, a reviravolta não foi completa e a equipa foi eliminada. Mas os adeptos não se calaram. O hockey renasceu em Columbus.

Minnesota Wild 5 – 2 Colorado Avalanche
Série empatada 3-3

Apesar do regresso de Matt Duchene, os Avalanche não conseguiram por um fim a esta eliminatória. Com 2 golos de Zach Parise, os Wild forçam o Jogo 7 e mostram que têm o que é preciso para eliminar os Avs. Patrick Roy voltou a tirar o guarda-redes com quase 3 minutos por jogar, mas desta vez não resultou.

Darcy Kuemper é o homem do momento em Minnesota. Depois de ter roubado a titularidade a Ilya Bryzgalov no Jogo 3, o jovem de 23 anos tem 3 vitórias em 4 jogos e uma percentagem de defesas de 93.4%.

O Jogo 7 será disputado na quarta-feira, no Pepsi Center em Denver. Os Avalanche ainda não perderam em casa nesta série, por isso partem com vantagem. O vencedor desse jogo vai encontrar os Chicago Blackhawks na 2ª ronda.

Los Angeles Kings 4 – 1 San Jose Sharks
Série empatada 3-3

Os Los Angeles Kings conseguiram a 3ª vitória consecutiva e forçam assim o decisivo Jogo 7. Depois de terem estado a perder por 3 jogos a zero, os Kings obrigam os Sharks a vencer mais um jogo para passarem à próxima fase. A equipa de San Jose joga em casa, mas como já vimos, nesta série tudo pode acontecer. É surpreendente a recuperação dos Kings. Tal como foi surpreendente os Sharks ganharem os três primeiros jogos com aquela facilidade.

Com o jogo empatado a um golo no 3º período, Justin Williams marcou um golo que pode ser o ponto crucial nesta eliminatória. O avançado dos Kings empurrou o guarda-redes dos Sharks para dentro da baliza e com ele foi o disco. Quem não ficou nada contente foi Todd McLellan, o treinador dos Sharks, que disse mesmo que a sua equipa tinha sido roubada.

A partir desse momento, os Sharks perderam a cabeça e os Kings marcaram mais dois golos, através de Anze Kopitar. Toda esta polémica deve proporcionar um Jogo 7 bem quentinho. É isso mesmo que nós queremos.

Matt Cooke lesiona gravemente jogador dos Avalanche

Columbus Blue Jackets 3 – 4 Pittsburgh Penguins
Penguins lideram a série por 2-1


Os Columbus Blue Jackets estiveram muito perto de vencer o primeiro jogo em casa nos Playoffs. A equipa de Todd Richards chegou a estar a vencer por 3-1 já no último período do jogo, mas 3 golos em 3 minutos dos Penguins viraram o resultado, o que parece ser a moda nesta série.

É fácil culpar Sergei Bobrovski e, de facto, ele não tem estado ao seu melhor nível. Mas os Blue Jackets não podem recuar tanto no terreno quando têm uma vantagem confortável. Os Penguins têm muitos problemas, mas marcar golos não é um deles. Se existe alguma equipa capaz de dar a volta a um jogo em pouco tempo são os Penguins.

Minnesota Wild 1 – 0 Colorado Avalanche (OT)
Avalanche lideram a série por 2-1


Mikael Granlund marcou o único golo do jogo e não podia ter sido mais bonito. O Finlandês de 22 anos despistou Jan Hejda, fintou Semyon Varlamov e empurrou o disco para a baliza em plena queda. Até àquele momento, os Wild fizeram um assalto constante à baliza de Varlamov, que acabou o jogo com 45 defesas.

Darcy Kuemper foi o titular neste jogo pelos Wild, relegando Ilya Bryzgalov para o banco de suplentes. No seu 1º jogo nos Playoffs, o guarda-redes de 23 anos fez 22 defesas e não sofreu qualquer golo. Apesar disso, o destaque do jogo foi Matt Cooke.

O ex-jogador dos Pittsburgh Penguins atingiu o joelho de Tyson Barrie propositadamente, no início do 2º período. O defesa dos Avalanche vai ficar de fora durante 4 a 6 semanas. Cooke recebeu 2 minutos de penalidade e arrisca-se a ser suspenso. Segundo os critérios da NHL, Matt Cooke não é considerado reincidente, o que é incrível, tendo em conta que ele acabou com a carreira de Marc Savard.

Chicago Blackhawks 2 – 0 St. Louis Blues
Blues lideram a série 2-1


Corey Crawford foi mais um dos 3 guarda-redes que não sofreram golos na noite de ontem. Crawford foi muito importante para a sua equipa, terminando o jogo com 34 defesas. Do outro lado, Ryan Miller não esteve tão bem e sofreu mesmo um frango, no golo de Jonathan Toews que inaugurou o marcador.

Apesar da eliminatória estar ao rubro no gelo, o grande motivo de conversa continua a ser a placagem de Brent Seabrook à cabeça de David Backes. Surgiram novas imagens que mostram Ducan Keith a gritar “Wakey wakey, Backes” enquanto o avançado dos Blues se tentava levantar, o que chocou muita gente.

É claro que não é uma atitude nada bonita, gozar com uma pessoa que está em dificuldades e provavelmente com uma concussão. Mas, dentro daquilo que é o ambiente de um jogo destes, não acredito que isto seja o pior que os jogadores dizem uns ao outros. Se as pessoas gostam de ver um jogo bem disputado e duro, têm que aceitar que isso trás consequências. Esta é uma delas.

Dallas Stars 3 – 0 Anaheim Ducks
Ducks lideram a série por 2-1


Kari Lehtonen registou a sua 1ª vitória nos Playoffs, e fê-lo em grande estilo, sem sofrer qualquer golo. Lehtonen é muitas vezes esquecido quando se fala dos grandes guarda-redes da NHL. O Finlandês tem tido muitos azares durante a sua carreira. Talvez o pior tenha sido ser seleccionado em 2º no Draft de 2002 pelos Atlanta Thrashers, uma das piores equipas da história da NHL (a equipa mudou-se para Winnipeg em 2011).

Stephane Robidas está a ter um ano para esquecer. O defesa dos Anaheim Ducks fracturou a perna no início da temporada, ainda ao serviço dos Dallas Stars. Recuperou e no Trade Deadline mudou-se para Anaheim, com a esperança de lutar pela Stanley Cup. Ontem, contra a sua antiga equipa, voltou a fractura a perna. Só resta desejar as rápidas melhoras.

Quanto ao jogo, os Ducks dominaram a posse do disco durante grande parte do tempo, mas não conseguiram bater Lehtonen. Os Stars, por sua vez, aproveitaram bem as poucas oportunidades que conseguiram criar e voltaram a contar com a ajuda da sua 1ª linha. Jamie Benn e Valeri Nichushkin marcaram um golo cada e Tyler Seguin fez uma assistência.

Playoffs: Resumo do Dia 4

St. Louis Blues 4 – 3 Chicago Blackhawks (OT)
Blues lideram a série por 2-0

Graças a mais uma vitória no prolongamento, os Blues ganham uma vantagem de 2-0 na eliminatória. Vladimir Tarasenko empatou o jogo a 3 com um golo a 6.4 segundos do fim. Não foi a melhor decisão do Russo, uma vez que tinha um colega desmarcado numa posição muito mais favorável, mas resultou e isso é que conta. Barret Jackman fez o 4-3 com 5 minutos jogados no prolongamento.

Apesar de 7 golos marcados, o momento do jogo foi uma placagem. Brent Seabrook atingiu a cabeça de David Backes, numa entrada muito perigosa. O avançado dos Blues não se mexeu durante alguns momentos e estava claramente abalado. Seabrook foi expulso e recebeu 3 jogos de suspensão. Ainda não há notícias em relação a Backes, mas da maneira como ele ficou, não me parece que ele vá estar apto para o Jogo 3.

A eliminatória muda-se de malas e bagagens para Chicago e aí veremos quem fará mais falta à sua equipa. Seabrook ou Backes.

Pittsburgh Penguins 3 – 4 Columbus Blue Jackets (2OT)
Série empatada 1-1

Os Columbus Blue Jackets conquistaram finalmente a primeira vitória nos Playoffs da história do clube. Foram precisos 2 prolongamentos para a equipa de Columbus puder festejar a vitória sobre os favoritos, Pittsburgh Penguins. Matt Calvert marcou dois golos, um deles decidiu o jogo logo no início do 2º prolongamento.

À entrada para a eliminatória, o mínimo que se pedia aos Blue Jackets era uma vitória. Agora, depois de dois jogos em que conseguiram pôr à prova a equipa dos Penguins, os Blue Jackets começam a acreditar que podem ser a surpresa da 1ª ronda.

Os Penguins voltaram a não conseguir segurar uma vantagem de 3-1, tal como tinha acontecido no Jogo 1. A equipa treinada por Dan Bylsma não tem dificuldade em marcar golos no início do jogo, mas depois recua muito a tentar defender o resultado, e acaba por entregar o domínio ao adversário.

Colorado Avalanche 4 – 2 Minnesota Wild
Avalanche lideram a série por 2-0

Depois de registar 3 pontos no primeiro jogo nos Playoffs da sua carreira, Nathan MacKinnon marcou 4 no segundo. O mais provável vencedor do prémio de rookie do ano faz parte da melhor linha dos Playoffs até ao momento, juntamente com Gabriel Landeskog e Paul Stastny.

MacKinnon tem apenas 18 anos, mas já é um dos jogadores mais rápidos da NHL. Jason Spurgeon é o defesa mais rápido dos Wild e mesmo assim não o conseguiu apanhar, no 1º golo dos Avalanche. Patrick Roy merece muito crédito pela liberdade que dá a esta linha. O treinador dos Avalanche não prende os seus jogadores a estratégias mais defensivas, deixa-os transportar o disco, com movimentos laterais e muita criatividade. E os resultados estão à vista.

Para os Wild, Ilya Bryzgalov não tem sido o guarda-redes que eles precisam. A equipa do Minnesota tem um bom plantel, mas não o suficiente para anularem a desvantagem que têm na baliza. Bryzgalov sofreu 3 golos em 14 remates e foi substituído no 2º período por Darcy Kuemper.

Playoffs: Resumo do Dia 1

Tampa Bay Lightning 4 – 5 Montreal Canadiens (OT)
Canadiens lideram a série por 1-0

O primeiro jogo da série não podia ter sido mais emotivo. Os Montreal Canadiens recuperaram o factor casa, ao vencerem no prolongamento em Tampa. Dale Wiese foi o marcador do golo decisivo, aquele que o próprio admitiu ser o maior golo da sua carreira. Weise é um jogador de 4ª linha, que se encontra a jogar ao lado de Daniel Brière. Brière assistiu no golo de Weise e fez o seu 110º ponto em 109 jogos nos Playoffs. Ele pertence à exclusiva lista de 35 jogadores que têm mais do que 1 ponto por jogo nos Playoffs.

Os Lightning tentaram ataques rápidos, com boas combinações ofensivas e com o envolvimento dos defesas. No entanto, a equipa subia muito no terreno e era apanhada nas costas pelos avançados rápidos dos Canadiens, como aconteceu no golo de Plekanec que empatou o jogo a 1, apenas 11 segundos depois dos Lightning terem aberto o marcador.

Anders Lindback acabou por se o menor dos problemas dos Lightning. O Sueco fez 39 defesas e não se sentiu a falta do habitual titular na baliza, Ben Bishop. A equipa treinada por Jon Cooper tem alguns erros para corrigir no Jogo 2. Na ânsia de meter contra-ataques rápidos, os defesas dos Lightning fizeram muitos passes errados que permitiram que os Canadiens prolongassem o seu tempo na zona ofensiva.

Pittsburgh Penguins 4 – 3 Columbus Blues Jackets
Penguins lideram a série por 1-0

Os fantasmas de Marc-Andre Fleury pairaram novamente sobre a cabeça do guarda-redes dos Penguins. Quando Derek MacKenzie colocou os Blue Jackets a vencerem por 3-1 no início do 2º período, através de um golo em desvantagem numérica, a confiança em Fleury tremeu. Se estivesse no banco um guarda-redes suplente de maior qualidade, provavelmente Fleury tinha sido substituído nesta altura.

Dan Bylsma manteve-o no jogo e eventualmente a equipa veio em seu socorro. A linha de Brandon Sutter esteve em grande, criando dois golos. Malkin também contribuiu com duas assistências para a reviravolta no marcador. Com o resultado em 4-3 e 12 minutos para jogar no 3º período, Fleury aparaceu para selar a vitória dos Penguins, defendendo 5 remates nos últimos 3 minutos.

Os Blue Jackets não conseguiram a vitória, mas saíram moralizados do Jogo 1. Conseguiram anular Crosby e dominaram a posse do disco durante alguns períodos do jogo. Brandon Dubinsky é a escolha para marcar Crosby. Agora Todd Richards, o treinador dos Blue Jackets, tem que arranjar alguém para marcar Malkin.

Anaheim Ducks 4 – 3 Dallas Stars
Ducks lideram a série por 1-0

O treinador dos Ducks, Bruce Boudreau, teve uma decisão muito difícil a tomar antes deste jogo. O habitual titular na baliza, Jonas Hiller, perdeu alguma confiança nos últimos jogos da época regular. Antes dos Playoffs, os Ducks deram oportunidade a John Gibson, uma grande promessa da modalidade, que ele aproveitou da melhor maneira. No entanto, Gibson tem apenas 20 anos e nenhuma experiência nos Playoffs.

A escolha recaiu no 2º guarda-redes, Frederik Andersen, e ele não desapontou. O Dinamarquês fez 32 defesas e foi crucial na forma como os Ducks aguentaram a vantagem de 4-0, conquistada cedo no 2º período.

A boa notícia para os Stars é que Tyler Seguin e Jamie Benn não perderam nenhum do fulgor que traziam da época regular. A má é que Ryan Getzlaf e Corey Perry também não. Getzlaf fez um jogo portentoso e mostrou toda a sua capacidade de passe no golo de Mathieu Perreault (Getzlaf usa o nº 15). Movimentação, visão e passe desbloquearam uma jogada que parecia perdida.

Segundos antes de acabar o jogo, Getzlaf ainda arranjou tempo de levar com um disco na cara. O raio-x deu negativo e ele deve estar apto para o Jogo 2, a ser disputado amanhã.

Rangers vencem no regresso de Nash a Columbus

O jogo era crucial para as aspirações de ambas as equipas. Segundo o site Sports Club Stats, a vitória ou derrota no tempo regulamentar significava uma diferença de 20% na probabilidade de apuramento para os Playoffs.

As atenções estavam focadas em Rick Nash, como não podia deixar de ser. Nash jogou 9 anos pelos Blue Jackets e este foi o seu 1º jogo em Columbus depois de ter sido trocado no verão de 2012.

O jogador não saiu em bons termos com o clube e isso sentiu-se durante o jogo. Os adeptos assobiavam sempre que ele tocava no disco e aplaudiam sempre que ele era placado. A carga emocional do jogo aumentou quando Nash empurrou Bobrovsky. O jogador dos Rangers não gostou das palavras do guarda-redes dos Blues Jackets, depois de lhe ter sido anulado um golo por interferência.

Minutos mais tarde, Nash iria mesmo incitar uma luta contra Matt Calvert. Com Nash na caixa de penalidade, Nick Foligno aproveitou o azar de Benoit Pouliot para abrir o marcador. Pouliot partiu o stick quando tentava fazer um passe e deixou Foligno completamente sozinho na slot.

Os Blue Jacktes não tiveram muito tempo para festejar, pois passados 44 segundos Derek Stepan empatou o jogo. O golo da vitória dos Rangers seria marcado por Derick Brassard, também ele ex-jogador dos Blue Jackets envolvido na troca de Nash. Carl Hagelin estabeleceu o resultado final, com Bobrovsky já fora da baliza.

Com a vitória, os Rangers saltaram para o 3º lugar da Divisão Metropolitana, com 2 pontos de vantagem sobre os Blue Jackets.