Lundqvist responde a Quick e sobe a parada

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O rei regressou. Para ser verdadeiro, Henrik Lundqvist não tinha estado no seu melhor nos primeiros jogos da final. Houve muito azar envolvido em alguns dos golos sofridos, mas Lundqvist será o primeiro a reconhecer a sua culpa. No jogo de quarta-feira, onde a derrota significava o fim do caminho, os Rangers precisavam de Lundqvist no seu melhor. E foi isso que aconteceu.

O Sueco fez a sua melhor exibição da final, parando 40 dos 41 remates feitos pelos Kings. Foi a 16º vez em 25 jogos nos Playoffs que Lundqvist sofreu menos do que 3 golos. Para além do rei, os Rangers puderam contar com a “senhora” sorte. Primeiro, Anton Stralman fez um corte em cima da linha de golo. Depois, foi um monte de neve que evitou o golo do empate a um minuto do fim do jogo. Milagre no Madison Square Garden.

Será que os Rangers apenas adiaram o inevitável, ou será este o início de uma recuperação histórica? Se os Kings jogarem tão bem como o fizeram neste jogo, enchendo a baliza dos Rangers com 41 remates, é difícil não os ver a vencer o Jogo 5, mesmo com Lundqvist a alto nível. Aliás, não fosse alguns momentos de pura sorte, a final teria já acabado.

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