New York Rangers na final da Stanley Cup

New York Rangers 1 – 0 Montreal Canadiens
Rangers vencem série por 4-2

Os Rangers precisaram de ganhar dois Jogos 7. Recuperaram de uma desvantagem de 3-1 na eliminatória contra os Penguins. Fizeram tudo isto sem um capitão definido e no primeiro ano de Alain Vigneault à frente da equipa. Mesmo com todas as contrariedades, os Rangers estão na final da Stanley Cup pela primeira vez desde 1994.

Dominic Moore marcou o único golo do jogo e Henrik Lundqvist parou todos os remates dos Canadiens. O domínio dos Rangers foi avassalador durante todo o jogo, algo que acabou por não se reflectir no resultado. A única verdadeira oportunidade dos Canadiens foi o remate de Thomas Vanek no 2º período, que obrigou a uma defesa acrobática de Lundqvist.

Dustin Tokarski fez tudo o que pode para suprir a ausência de Carey Price, e não se pode dizer que os Canadiens sentiram a falta do seu guarda-redes titular. Tokarski foi o único jogador dos Canadiens que mereceu outro resultado no jogo de ontem. Aliás, se o jogo terminou apenas 1-0 deveu-se principalmente a ele. O resto da equipa esteve bastante apagada. Basta ver que no 3º período fizeram apenas 5 remates à baliza dos Rangers, num jogo que estava ao seu alcance (graças a Tokarski) e onde a derrota significava o fim do sonho.

Um dos pontos fortes dos Rangers nestes Playoffs tem sido a profundidade das linhas atacantes. Mesmo quando as suas principais figuras não conseguem marcar, as linhas secundárias são capazes de criar perigo para a baliza adversária. Eles têm a melhor 3ª linha da NHL no momento e a 4ª linha apareceu em grande outra vez neste jogo, com o 3º golo de Moore nos Playoffs. Esta é a principal arma da equipa de Alain Vigneault, a juntar ao melhor do mundo na baliza.

Resta agora saber quem se vai juntar aos Rangers: Chicago Blackhawks ou Los Angeles Kings?

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Blackhawks vencem Jogo 5 num dos melhores OT de sempre

Chicago Blackhawks 5 – 4 Los Angeles Kings (2OT)
Kings lideram a série por 3-2

Peço desde já desculpa, porque este não vai ser o meu habitual resumo do jogo conciso e informativo. Ontem foi uma noite especial.

Para ser fã deste desporto no nosso país é preciso ter um nível de paixão que a maioria das pessoas não compreende. Dormir 4 horas por noite, deixar de fazer coisas que gosto, envolver-me emocional com um desporto que já por mais do que uma vez me desiludiu, acompanhar um desporto que provavelmente nunca irei praticar. São sacrifícios que muita gente não entende. Mas ontem à noite, eu fui recompensado por tudo.

Duas equipas com vontades contrárias, os Kings a tentarem dar o último passo para a final da Stanley Cup, os Blackhawks a tentarem não ser eliminados. Ambas a saberem que qualquer segundo poderia ser o último da eliminatória. As equipas trocaram oportunidades de golo a um ritmo alucinante. No meio, iam tentando respirar. Contabilizadas as paragens, os 20 minutos do prolongamento só demoram 27 minutos a serem jogados. Durante 8 minutos consecutivos não houve paragens, só o clamor das bancadas. Este foi o melhor prolongamento que eu alguma vez vi.

O jogo acabou aos 2 minutos do segundo prolongamento. Michal Handzus – o mais velho jogador em campo com 37 anos, o homem que foi despromovido do lugar de centro de 2ª linha porque já não tinha velocidade para acompanhar os colegas – forçou um turnover na zona neutral. Arrastou as pernas até à baliza, enquanto Patrick Kane e Brandon Saad trocavam o disco entre si. Ficou à espera, recebeu o passe de Saad, passou o disco para a sua backhand e bateu Jonathan Quick. O United Center explodiu.

É por isso que eu adoro hóquei, especialmente os Playoffs. São uma caixinha de surpresas. Os Kings ainda têm uma vantagem de 3-2 e podem acabar com a eliminatória já amanhã. Mas tudo pode acontecer. Este é um duelo entre os dois últimos vencedores da Stanley Cup e não há guião. Só talento, determinação e sorte.

No primeiro jogo e meio, os Blackhawks pareciam que tinham a eliminatória no saco. Ganharam o Jogo 1 por 3-1 e estiveram a vencer no Jogo 2 por 2-0. Mas os Kings tiveram um golpe de sorte, conseguiram marcar 6 golos sem resposta e venceram o jogo por 6-2. Viriam a vencer o Jogo 3 por 4-3 e o Jogo 4 por 5-2.

As duas equipas são conhecidas por nunca desistirem e por conseguirem recuperações históricas. É algo que está impresso na personalidade destes jogadores. A derrota não os afecta, têm memória curta que apagam no início de cada jogo. Os Blackhawks recuperaram de uma desvantagem de 2-0 contra os Blues, os Kings de uma de 3-0 contra os Sharks. Nenhuma destas equipas vai desistir. A única maneira de as derrotar é pelo cansaço.

Joel Quennville mexeu nas linhas para o Jogo 5. Formou uma 2ª linha inédita, para tentar reanimar Patrick Kane. Handzus foi despromovido, com Andrew Shaw e Brandon Saad a jogarem ao lado de Kane. Resultou. Saad foi o melhor jogador em campo e Kane, que tinha apenas 1 assistência nesta eliminatória, fez 4. Os Blackhawks partiram cedo para uma vantagem de 3-1, mas Corey Crawford borrou a pintura e permitiu que os Kings empatassem. Tanner Pearson fez o 3-4 e silenciou o United Center. No terceiro período, acabaria por ser Ben Smith a enviar o jogo para prolongamento.

Com 11 minutos e 19 segundos para jogar no prolongamento, o jogo parou quando o disco ficou preso nas redes de uma das balizas. Não voltou a parar até faltarem 3 minutos e 23 segundos. No meio existiram 17 remates, 6 placagens e o melhor hóquei que se pode ver no mundo.

Os Kings queriam desesperadamente chegar à final e estiveram perto de o conseguir. Os Blackhawks queriam desesperadamente adiar as férias por mais um jogo. Handzus queria desesperadamente contribuir para a vitória da sua equipa. Ele manteve o seu lugar no alinhamento graças à sua eficácia no penalty kill, mas o penalty kill dos Hawks tem estado mal nesta eliminatória e Handzus já não tem a importância que tinha no plantel. Mas Quennville deu-lhe 20 segundos de jogo, num duplo prolongamento e ele marcou o golo da vitória.

That’s hockey, baby!

Canadiens resistem num jogo que teve de tudo

Montreal Canadiens 7 – 4 New York Rangers
Rangers lideram a série por 3-2

Se calhar é mais fácil enumerar aquilo que não aconteceu na vitória por 7-4 dos Montreal Canadiens sobre os New York Rangers. Vimos Rene Bourque fazer um hat-trick, ou seja, em 13 minutos de jogo marcou um terço dos golos que marcou em 63 jogos na época regular (9). Vimos Henrik Lundqvist, o melhor guarda-redes da NHL, ser substituído a meio do jogo depois de ter sofrido 4 golos em 27 minutos. Grande parte do jogo figurou um duelo nas balizas entre Cam Talbot e Dustin Tokarski.

Vimos um 2º período com 6 golos, onde os Rangers conseguiram empatar o jogo a quatro depois de terem estado a perder por 4-1. Vimos Derek Stepan marcar dois golos, apesar de ter sido operado ao maxilar há poucos dias. Vimos uma das melhores defesas do ano, um dos melhores passes do ano e uma das maiores fitas do ano.

Cegos de frustração, os Rangers começaram a perder a cabeça. John Moore teve uma entrada perigosa sobre Dale Weise. O defesa dos Rangers acertou na cabeça do adversário, que naquele momento não estava na posse do disco, o que lhe irá valer uma suspensão. Brendan Prust já foi suspenso 2 jogos nesta eliminatória por uma placagem muito parecida.

A acção também se fez antes e depois do jogo jogado. No fim, P.K. Subban agradeceu de forma carinhosa todo o trabalho realizado por Dustin Tokarski durante toda a partida. Ainda antes desta começar, Brian Gionta teve um acidente que já aconteceu a muitos de nós. Vá, vá lá, admitam.

Num jogo com tantos motivos de interesse resta agradecer aos Canadiens por terem ganho e por permitirem que esta série continue. Será demais pedir mais do mesmo para o Jogo 6?

Quem é o responsável por mais um colapso dos Pittsburgh Penguins?

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Este pode ser o fim dos Penguins tal como os conhecemos. Pela 5ª época consecutiva, os Pittsburgh Penguins foram eliminados dos Playoffs por uma equipa que ficou atrás de si na época regular. Desta vez os carrascos foram os New York Rangers, que venceram o Jogo 7 por 2-1, conquistando um lugar na Final da Conferência Este.

Foi a 2ª vez em 4 anos que os Penguins desperdiçaram uma vantagem de 3-1 na eliminatória, só para serem eliminados no Jogo 7, em casa. É também a 4ª vez em 5 anos que os Penguins terminam nos primeiros 3 lugares da Conferência Oeste e não conseguem passar da 2ª ronda dos Playoffs. Tudo isto aconteceu durante a chefia de Dan Bylsma e Ray Shero.

Bylsma poderá ser o primeiro a sofrer as consequências desta derrota, apesar de não ser o principal responsável. Ele é competente e não irá ter dificuldades em encontrar trabalho na NHL. Ele conseguiu levar os Penguins ao 2º lugar na Conferência Este, apesar de terem sido uma das equipas que mais sofreu com lesões durante a temporada.

O problema mais fundamental dos Pittsburgh Penguins é que, apesar de terem Crosby e Malkin, Ray Shero não conseguiu construir uma equipa forte à sua volta. O General Manager dos Pens não conseguiu identificar as falhas do seu plantel e reforçá-lo de maneira apropriada.

Apesar de dois Playoffs horríveis de Marc-Andre Fleury em 2011 e 2012, Shero confiou no seu guarda-redes. Ele não foi tão mau como no ano passado, mas foi inconsistente nesta eliminatória contra os Rangers. Jogou mal no Jogo 1. Foi fantástico no Jogo 2, 3 e 4. E não conseguiu mais do que 90% de defesas nos últimos 3 jogos.

Ray Shero iniciou-se como GM dos Penguins em Maio de 2006 e herdou uma equipa que já tinha Malkin e Crosby. As suas escolhas no draft são muitas vezes elogiadas, principalmente na defesa, mas a verdade é que ainda nenhum desses jovens faz parte do plantel principal. A sua gestão de activos deixou muito a desejar e desperdiçou os melhores anos de Malkin e Crosby.

Os Rangers são um excelente exemplo daquilo que falta aos Penguins. Profundidade é tudo nos Playoffs e os Rangers têm muita. A sua terceira linha composta por Derick Brassard, Mats Zuccarello e Benoit Pouliot, fez 6 golos e 7 assistências nesta eliminatória. O centro da 4ª linha, Brian Boyle marcou o golo inaugural do Jogo 7.

Enquanto Crosby teve apenas 1 golo em 7 jogos, a estrela dos Rangers, Rick Nash, ainda não marcou nenhum nos Playoffs. No entanto, a diferença entre as equipas está nas linhas secundárias, com os jogadores de segunda linha dos Rangers a contribuírem ofensivamente, enquanto os dos Penguins não. Se as estrelas não produzirem, os Rangers têm outras soluções.

Também ajuda que Henrik Lundqvist tenha defendido 102 dos 105 remates que os Penguins fizeram nos últimos 3 jogos. Isso é algo que os Penguins nunca vão conseguir ter em Fleury. Outro GM mais esperto tinha percebido isso.

As críticas também vão chegar a Crosby. O melhor jogador do mundo esteve abaixo do esperado e perdeu a cabeça nos momentos decisivos, mas não lhe foram dadas as melhores condições para ganhar. Se os Penguins querem tirar partido de uma das melhores duplas de sempre da NHL, vão ter que fazer mudanças. E essas mudanças têm que começar pelo topo da pirâmide.

Rangers forçam Jogo 7

New York Rangers 3 – 1 Pittsburgh Penguins
Série empatada 2-2

Com duas vitórias consecutivas, os New York Rangers evitam a eliminação e levam a eliminatória ao decisivo Jogo 7. Os Penguins pareciam que tinham a eliminatória na mão, depois de duas vitórias no Madison Square Garden, mas não conseguiram dar o golpe de misericórdia.

Martin St. Louis marcou o golo inaugural da partida, dois dias depois da morte da sua mãe. O golo foi ainda mais especial porque ontem se comemorava o Dia da Mãe nos Estados Unidos. No fim do jogo, St. Louis recebeu o prémio de melhor em campo da parte dos seus colegas de equipa e deu um discurso emocionado.

Para o Jogo 7, as coisas não podiam estar mais equilibradas. Os Penguins têm a vantagem de jogar em casa, apesar de já terem sofrido duas derrotas nesta eliminatória. Os Rangers são especialistas em Jogos 7, com 4 vitórias consecutivas desde 2012. Combinando o palmarés de todo o plantel dos Rangers em Jogos 7, eles têm 63 vitórias e 6 derrotas.

Chicago Blackhawks 2 – 1 Minnesota Wild
Blackhawks lideram série por 3-2

Já há quem lhe chame “O Turno”. Em 30 segundos, Jonathan Toews fez tudo aquilo que se pede a um jogador de hockey no gelo. Entrou na zona ofensiva com o controlo do disco, fez um forecheck rápido e eficaz, fez uma grande placagem contra as bordas e atacou a baliza à espera de um ressalto. O golo acabaria por dar a vitória aos Blackhawks e a liderança na eliminatória.

Os campeões em título arrancaram um pouco adormecidos e os Wild aproveitaram para dominar o 1º período. Erik Haula fez o 1-0, depois de ter feito o campo todo com o disco no stick. Um lance indicativo da apatia que os Blackhawks demonstraram nos primeiros 20 minutos.

Mas no 2º período a equipa de Joel Quennville reagiu. O forecheck começou a funcionar e os Wild tinham cada vez mais dificuldades em sair da sua zona defensiva. Bryan Bickell empatou o jogo com o seu 6º golo nos Playoffs. Os Wild precisam agora de vencer o Jogo 6 para continuarem em prova. Têm a vantagem de jogar em casa, onde são invencíveis nos playoffs até agora, com 5 vitórias em 5 jogos.

P.K. Subban responde a comentários racistas com excelência no gelo

Montreal Canadiens 4 – 2 Boston Bruins
Canadiens lideram série por 2-1

P.K. Subban continua a fazer a cabeça em água à equipa dos Boston Bruins, depois de ter sido alvo de comentários racistas no Twitter. Aos 11 minutos de jogo, Subban encontra Thomas Vanek que faz um passe excelente para o golo de Thomas Plekanec. Quatro minutos depois, Subban tenta placar um jogador dos Bruins, mas acaba por acertar no seu colega de equipa, Vanek, que teve que sair para ser assistido.

Na sequência desse lance, Subban recebe uma penalidade por ter entrado com o cotovelo alto e os Bruins têm um powerplay. Ao fim dos dois minutos, Subban sai da caixa de penalidades, recebe um passe de Lars Eller e fica isolado frente a Tukka Rask. Uma finta de corpo e 2-0 para os Canadiens. Dale Weise marcou o terceiro golos dos Canadiens no 2º período, ainda antes dos Bruins acordarem.

Patrice Bergeron desviou um remate de Torey Krug para fazer o 3-1, e Jarome Iginla colocou os Bruins a um golo do empate com 3 minutos para o fim do jogo. Mas Subban voltou a entrar em acção. Durante o último assalto dos Bruins, Subban vai contra a baliza de Carey Price, forçando a paragem no jogo. Se intencional, o lance é merecedor de grande penalidade, mas Subban fez o suficiente para fazer os árbitros duvidarem. Jogada de veterano de um jogador que tem apenas 24 anos.

Minesotta Wild 4 – 0 Chicago Blackhawks
Blackhawks lideram série por 2-1

Os Wild utilizaram da melhor maneira o factor casa para vencerem o primeiro jogo nesta eliminatória. A estratégia de Mike Yeo para este jogo foi clara: manter um ritmo baixo. Com a quantidade de jogadores rápidos que os Blackhawks têm, não é boa ideia entrar num jogo de parada e resposta. Os Wild identificaram esse ponto forte do adversário e moldaram o jogo à sua medida.

Existem dois tipos de equipa na NHL. Equipas que fazem e sofrem muitos remates e equipas que fazem e sofrem poucos remates. Os Wild inserem-se na 2ª categoria. Nenhuma equipa fez mais do que 20 remates neste jogo. Os Wild fizeram 18, os Blackhawks 19. Os Blackhawks ainda não conseguiram fazer mais do que 22 remates nesta eliminatória, depois de terem feito uma média de 31 remates por jogo contra os Blues.

Ilya Bryzgalov recuperou alguma da confiança que tinha perdido nos dois primeiros jogos, mas a maneira como os Wild restringem os remates do adversário ajuda a diluir os erros que o guarda-redes possa fazer. Quanto menos remates fizerem os jogadores dos Blackhawks, menos oportunidades tem Bryzgalov de fazer asneira.

O regresso de Dominic Moore

Dominic Moore é aquilo que se chama na NHL um journeyman. Em 9 épocas, Moore vestiu a camisola de 9 equipas diferentes. Nunca foi uma estrela, mas os seus serviços eram sempre muito requisitados por equipas que procuravam um jogador de confiança para reforçar as suas linhas secundárias.

No entanto, em 2012, a meio de uma eliminatória dos Playoffs ao serviço dos San Jose Sharks, Moore decidiu abandonar a competição, em favor de algo muito mais importante. A sua mulher, Katie, tinha sido diagnosticada com uma forma rara de cancro no fígado.

Dominic e Katie conheceram-se em Harvard, onde foram estudantes e atletas. Dominic deixou a sua família em Toronto para representar uma das mais prestigiadas universidades dos Estados Unidos. Em 2000, venceu o prémio de rookie do ano da Ivy League e foi seleccionado na 3ª ronda do Draft pelos New York Rangers. Katie era a estrela da equipa de futebol feminino de Harvard.

Em 2003, quando Moore deu o salto para a NHL, Katie mudou-se com ele para Nova Iorque. Nos 6 anos seguintes, Moore trocou 6 vezes de equipa, com Katie sempre a seu lado. Em 2010, ela espalhou peças de Scrabble pela casa, o jogo preferido de ambos. Depois de as apanhar todas, Moore conseguiu ler: Will you marry, me?

Durante a sua longa luta contra a doença, Katie Moore nunca desistiu de viver e continuou a projectar a casa dos seus sonhos. Numa das longas estadias no hospital, Dominic juntou amigos e familiares e em poucas semanas terminaram de construir a casa, que ela teve a oportunidade de ver ainda antes de morrer, no dia 7 de Janeiro de 2013.

Agora com 33 anos, Moore regressa à NHL ao serviço da equipa que o introduziu ao hockey profissional. Ele criou uma fundação em nome de Katie e continua a tê-la presente em todos os momentos da sua vida. Se por ventura os Rangers conseguirem ganhar a Stanley Cup, Katie vai estar lá para levantar a taça com ele.

Podem ver aqui uma entrevista que Dominic Moore deu ao canal americano ESPN.