Crónica: Hurricanes 4 – 3 Capitals (OT)

Jeff Skinner marcou um hat-trick na vitória por 4-3 dos Hurricanes frente aos Washington Capitals. O 3º golo do jovem de 21 anos decidiu o jogo no prolongamento e consumou a 3ª vitória dos Hurricanes no Verizon Center esta época.

Adam Oates tentou baralhar as linhas para ver se conseguia reanimar o ataque, e conseguiu até um certo ponto. Os Caps caíram em cima dos Hurricanes desde o primeiro minuto, à procura de abalar a confiança de Anton Khudobin, que já não jogava desde Outubro. O guarda-redes russo não pareceu muito confortável, permitindo alguns ressaltos que os Capitals não aproveitaram.

Os Hurricanes contentaram-se em dar o controlo do jogo aos Capitals, mas sempre defendendo bem as partes mais perigosas da sua zona e nunca deixando os adversários rematarem à vontade. Duas situações de powerplay consecutivas equilibraram o jogo e permitiram que os Hurricanes marcassem o 1º golo do jogo, por Jeff Skinner.

No 2º período, as equipas abriram-se mais e as oportunidades começaram a surgir. 5 golos em menos de 5 minutos colocaram o marcador em 3-3. Mais uma vez, os Capitals tinham o domínio do jogo, mas cometiam erros defensivos que permitiam aos Hurricanes responder quase instantaneamente. Este tem sido um problema recorrente em Washington. Os Capitals já sofreram 22 golos nos 2 minutos seguintes a terem marcado.

Depois da confusão, as equipas assentaram e defenderam bem durante o resto do jogo, levando ao inevitável prolongamento. Aqui e como em todo o resto da partida, os Capitals criaram as melhores oportunidades de golo, mas foram os Hurricanes que capitalizaram com mais um erro do adversário. O defesa Dmitry Orlov tentou chegar a um passe arriscado de Alex Ovechkin, não conseguiu controlar o disco e foi apanhado em contra-pé. O resultado foi um contra-ataque de 3-contra-1 para os Hurricanes. Mike Green não teve hipótese, apesar não ter tido a melhor abordagem técnica ao lance, e Jeff Skinner acabou com o jogo.

Homem do jogo

Jeff Skinner eventualmente voltará ao seu ritmo normal, mas para já ele está a alimentar todo o ataque dos Hurricanes. Alguma percentagem da sua recente eficácia à frente da baliza deve-se sem dúvida à sorte, mas neste jogo não. Todos os seus 3 golos foram resultado da inteligência que Skinner tem para perceber onde é que o disco vai estar, antes de todos os outros. Ele leu bem tanto os passes dos seus colegas como os ressaltos de Grubauer e soube colocar-se na melhor posição para marcar. A dura realidade para os Hurricanes é que um linha não chega para ganhar muitos jogos.

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