Crónica: Kings 0 – 1 Blackhawks

Este jogo já teve um cheirinho de playoffs. Durante 60 minutos, assistimos a duas equipas a jogar com grande intensidade e sem cometerem erros defensivos, ajudados por dois jovens guarda-redes que deram tudo o que tinham.

As duas equipas jogaram muito bem defensivamente, através de estratégias diferentes. Os Kings com a sua pressão alta, sempre à procura de encurtar os espaços ao adversário, limitando os remates e oportunidades de golo. Já os Blackhawks preferem manter a posse do disco e afastá-lo da sua baliza. São dois estilos muito diferente, que tornam o jogo ainda mais interessante.

Os defesas dos Kings, principalmente Drew Doughty, gostam de transportar o disco para a zona ofensiva. Esta jogada pode ser arriscada contra equipas que defendem bem a sua linha azul, como é o caso dos Blackhawks. No único golo do jogo, Jake Muzzin tentou forçar a entrada na zona, quando devia ter despejado o disco. Bryan Bickell recuperou o disco e lançou o 2-para-1. Matt Green ainda tentou interceptar o passe, mas Brandon Saad acabou mesmo por fazer o 1-0.

Ao contrário do que aconteceu no jogo contra os Blues, os Blackhawks não se contentaram com a vantagem que tinham. Durante o 2º e 3º período continuaram a atacar a baliza dos Kings, mas aparecia sempre um defesa à última hora para evitar o golo. Quando todos os defesas estavam batidos, Martin Jones estava lá.

A 3ª linha dos Blackhawks foi a mais perigosa durante todo o jogo. Para além do golo de Saad, Shaw teve várias oportunidades de golo negadas por Jones. A combinação de Saad, Shaw e Bickell é um problema para os treinadores adversários. Os Blackhawks têm 3 linhas muito perigosas e isso é extremamente difícil de defender. Esta profundidade do plantel faz a diferença nos Playoffs.

Homem do jogo

Antti Raanta reagiu da melhora maneira depois de ter sofrido 5 golos frente aos Blues no sábado. Este foi o 1º jogo sem sofrer golos da sua carreira. Raanta dá-se bem com os Kings. Ele tem duas vitórias e apenas 1 golo sofrido em 2 jogos. Menção honrosa para Duncan Keith, que para além de registar uma assistência, foi incrível a defender. A sua capacidade para patinar é ímpar em toda a NHL e permite-lhe chegar a qualquer disco, mesmo que esteja mal posicionado.

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