NHL Awards “Fashion Police” – Os Melhores

Depois de passar revista pelos piores vestidos, chegou a altura de enaltecer os que abrilhantaram a passadeira vermelha com o seu bom gosto, sofisticação e requinte!

Por isso e sem mais demoras, os prémios dos mais bem vestidos da noite vão para:

  • 5º Lugar, Adam Henrique, New Jersey Devils

Para começar a ronda dos mais “arranjadinhos”, parece-me uma boa escolha. Para que fique registado é assim que se combinam cores. O fato é muito bem escolhido, a cor é lindíssima e  este cinzento brilhante está muito na moda. É arrojado porque foge ao tradicional preto. Outra opção muito bem conseguida é o colete. De facto, compõe o conjunto. Além disso, favorece quem não é tão magro porque estiliza a figura. Para finalizar, a gravata, muito bem escolhida, com uma cor roxa que combina perfeitamente com o cinza. Todo o conjunto é sofisticado, talvez até um pouco formal demais se pensarmos que foi em Las Vegas, mas absolutamente requintado.

  • 4º Lugar, Dustin Brown, LA Kings

Além de muito bem vestido, o casal Brown, e estou a falar do Dustin e da esposa, não da Stanley Cup, ganham o prémio de mais simpácticos da noite! Não há uma fotografia em que Dustin não esteja a sorrir, e até tinha razões para esconder os dentes…Vamos à roupa. Quase perfeito! O fato é fantástico, apesar de não sobressair muito nas fotografias. No entanto se visto ao pormenor pode apreciar-se a verdadeira beleza. Mas uma vez o colete, que assenta que nem uma luva e que o faz parecer mais alto e mais magro. Para rematar, a gravata, que é fabulosa. Talvez a melhor gravata da noite, com uma cor muito na moda. Um conjunto muito bem escolhido que peca apenas num ponto. O fato devia ser ligeiramente mais claro porque se não fosse a gravata podia ter-se tornado muito pesado.

  • 3º Lugar, Jonathan Quick, LA Kings

Entre os 3 primeiros a escolha foi renhida. Tudo neste conjunto é perfeito. O fato não é muito escuro e torna-se jovial. A camisa é espectacular e fotografa lindamente porque tem um certo brilho que combina com Las Vegas. A gravata também é perfeita para o look, já que tem as cores do fato e da camisa mas é moderna e destaca-se, dando um toque especial. Destaco ainda o sapato, clássico mas sofisticado que contrabalança o estilo mais arrojado do fato. Todos os elementos resultam num Jonathan Quick fashionista, muito diferente do que estamos habituados a ver na baliza dos Kings.

  • 2º Lugar, Henrique Lundqvist, NW Rangers

Palavras para quê?! Esta fotografia podia ser tirada de um filme de Hollywood dos anos 30, onde o charme e o requinte imperavam! O fato é, sem dúvida o mais requintado e bem feito da noite, o pormenor do colarinho é fabuloso e o lenço da o toque final ao estilo, sempre impecável, de Lundqvist. Um assumido amante de moda tem no cabelo um dos seus principais atributos. Tudo neste conjunto se resume a uma palavra, charme! Não ganha por 2 motivos: por um lado Lundqvist tem-nos habituado a escolhas muito arrojadas e modernas, sem medo de correr riscos e, nesse sentido, este conjunto é “normal demais”. Além disso, penso que não capturou o estilo de Las Vegas que pedia alguma coisa extravagante, que ninguém esperasse, talvez algum apontamento de cor que ele tão bem sabe usar…

  • 1º Lugar, Erik Karlsson, Senators

O Erik é o grande vencedor por um motivo muito simples: Ousadia! O fato é espectacular, tem uma cor arrojada e moderna. É jovem e apropriado para o evento. E depois há aquela camisa! O apontamento de cor, que ninguém, excepto Karlsson, teve coragem de ousar, resultou num dos homens mais bem vestidos que já pisou, arrisco dizer, qualquer passadeira vermelha! A camisa rosa é genial, combina perfeitamente com o fato pelo contraste que faz. Também a gravata, do tom do fato, acentua esse contraste e destaca todo o conjunto. É assim que se veste para um evento em Las Vegas. É divertido, arrojado, moderno, fashion foward e totalmente adequado à cidade do pecado! É um momento alto, que certamente ditará tendências…Nem todos conseguem que a cor resulte num evento formal, mas ele conseguiu…E bem!

Prémios Adicionais:

  • Rokkie mais bem vestidoRyan Nugent-Hopkins, Oilers,

Para a primeira vez foi um conjunto muito bem conseguido!O fato tem uma cor lindíssima e a camisa é igualmente interessante. Mal podemos esperar pelo próximo ano!

  • Acompanhante mais bem vestida, Jonathan Quick

Não havia fotos muito boas, mas tinha de se destacar a esposa do Jonathan Quick. Para mim, a mais bem vestida porque estava simples e adequada, tendo em conta que a atenção deve ser sobre eles e não elas! O vestido era curto e aberto atrás, muito elegante, chique e moderno ao mesmo tempo. O cinto e a mala douradas deram-lhe o toque especial e completaram o look. O cabelo meio desalinhado torna-a jovem e encaixa perfeitamente no espírito, não excessivamente formal, do evento.

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NHL Awards “Fashion Police” – Os Piores

Depois de um artigo a dar conta dos vencedores dos prémios da NHL, que se realizaram na passada 4ª feira, impõem-se uma pergunta: se houve prémios, houve gente muito bem vestida e gente que definitivamente precisa de um espelho em casa. Por isso com 2 horas de passadeira vermelha, quem se importa com os vencedores?! Vamos antes fazer uma análise minuciosa aos outfits escolhidos e determinar quem teve um remate certeiro e quem sofreu uma penalidade.

Começamos esta sessão de “Fashion Police” pelos indivíduos que, ou não têm companheira que os aconselha no que respeita à moda, ou que se vestem às escuras. Então os prémios dos piores vestidos vão para:

  • 5º Lugar, com o título “Polyester Memorial Trophy”: Pavel Datsyuk, Detroit Red Wings

Eu sei que o fato deve ter sido caríssimo e que não é feito de poliéster mas a verdade é que parece. E isso é o pior. Como é que alguém no seu prefeito juízo decide que um fato, que parece feito de poliéster e com cor a sujo, é adequado? Já para não falar da acompanhante que está vestida como uma criança de 12 anos que aliás combina com a cor , igualmente infantil, da gravata do Datsyuk. Apesar de ser um brilhante jogador, esta escolha foi infeliz.

  • 4º Lugar, com o título “No Matching Memorial Trophy”: Claude Giroux, Philadelphia Flyers

Eu sei que na moda actual não é preciso condizer a gravata, os sapatos, o fato, a camisa…Mas quadrados com riscas?! Não me parece. Este conjunto não convence. O fato é muito pesado, mais adequado para o pai do Giroux do que para o próprio. A camisa não é nada de especial e a gravata simplesmente não combina. Mas o pior não é conjunto. É o cabelo que grita “vim dos anos 70 para vos atormentar”. Ganhou a capa do NHL 13, e a fotografia escolhida, tem muito mais estilo que esta.

  • 3º Lugar, com o título “Don´t get the memo Award”: Evgeni Malkin, Penguins

Bem foi o grande vencedor da noite, mas está nesta lista por razões evidentes. Não parece que falta alguma coisa Malkin?! Pois é…NÃO existe gravata! É natural que se tenha esquecido… Afinal as recomendações para o dress code estavam em Inglês…

  • 2º Lugar, com o título “Mustache Memorial Trophy”, Paul McLean

Por pouco não era o vencedor, mas andou lá perto. A camisa azul clara com a gravata vermelha é um atentado ao bom gosto. Se fosse um azul mais escuro até podia resultar mas assim só lhe valheu uma combinação muito estranha de cores. E não se pense que eu não sou a favor das misturas de cores improváveis ou de homens arrojados. Mas convenhamos, um homem com este charmoso bigode não pode ser arrojado…

  • 1º Lugar, com o título “Mullet Award”, Barry Melrose

O nosso grande vencedor! O estilo de cabelo irreconhecível faz dele um ícone da moda…dos anos 70!É urgente um corte de cabelo moderno e que não seja segurado por kilos de laca. Falemos do fato. Até se considera aceitável se não fosse combinado com a gravata mais estranha possível. Não sei se o pior é o terrível padrão às ricas ou se são as cores das riscas! Já sei! O pior é mesmo o lenço a condizer com as mesmas riscas e, infelizmente, com as mesmas cores. Este 1º lugar é suportado por um historial igualmente peculiar de gravatas, lenços, sapatos e casacos, que se reflectem em momentos de pura diversão.

Por Sara Nunes

NHL Awards 2012

Na passada 4ª feira foram atribuídos os Prémios anuais da NHL na glamorosa cidade de Las Vegas! A noite foi longa e foram entregues 15 prémios, uns mais merecidos que outros, mas fica aqui o registo dos vencedores:

James Norris Memorial Trophy:

Este prémio é atribuído ao melhor defesa da época regular. Os finalistas foram:

  • Zdeno Chara (Boston Bruins)
  • Erik Karlsson (Ottawa Senators)
  • Shea Weber (Nashville Predators)

Vencedor: Erik Karlsson (Ottawa Senators)

Hart Memorial Trophy:

Este prémio é atribuído ao jogador mais valioso da época regular. Os finalistas foram:

  • Henrik Lundqvist (New York Rangers)
  • Evgeni Malkin (Pittsburgh Penguins)
  • Steven Stamkos (Tampa Bay Lightning)

Vencedor: Evgeni Malkin (Pittsburgh Penguins)

Vezina Trophy:

Este prénio é atrbuído ao melhor guarda-redes. Os finalistas foram:

  • Henrik Lundqvist (New York Rangers)
  • Jonathan Quick (Los Angeles Kings)
  • Pekka Rinne (Predators)

Vencedor: Henrik Lundqvist (New York Rangers)

Calder Memory Trophy:

Este prémio é atribuído ao melhor rookie da NHL. Os finalistas foram:

  • Adam Henrique (New Jersey Devils)
  • Gabriel Landeskog (Colorado Avalanche)
  • Ryan Nugent-Hopkins (Edmonton Oilers)

Vencedor: Gabriel Landeskog (Colorado Avalanche)

Lady Byng Memorial Trophy:

Este prémio é atribuído ao jogador com maior desportivismo. Os finalistas foram:

  • Brian Campbell (Florida Panthers)
  • Jordan Eberle (Edmonton Oilers)
  • Matt Moulson (Detroit Red Wings)

Vencedor: Brian Campbell (Florida Panthers)

Bill Masterton Memorial Trophy:

Este prémio é atribuído ao jogador com maior dedicação e perseverança. Os finalistas foram:

  • Daniel Alfredsson (Senators)
  • Joffrey Lupul (Toronto Maple Leafs)
  • Max Pacioretty (Montereal Canadiens)

Vencedor: Max Pacioretty (Montereal Canadiens)

Frank J. Selke Trophy:

Este prémio é atribuído ao avançado com maior capacidade ofensivas. Os finalistas foram:

  • David Backes (St. Louis Blues)
  • Patrice Bergeron (Boston Bruins)
  • Pavel Datsyuk (Detroit Red Wings)

Vencedor: Patrice Bergeron (Boston Bruins)

Jack Adams Trophy:

Este prémio é atribuído ao melhor treinador. Os finalistas foram:

  • Ken Hitchcock (St. Louis Blues)
  • Paul MacLean (Senators)
  • John Tortorella (New York Rangers)

Vencedor: Ken Hitchcock (St. Louis Blues)

Mark Messier Leadership Award:

Este prémio é atribuído ao jogador com maior capacidade de liderança.

Vencedor: Shane Doan (Coyotes Phoenix)

Ted Lindsay Award:

Este prémio é atrbuído ao jogador mais extraordinário da NHL.

Vencedor: Evgeni Malkin (Pittsburgh Penguins)

NHL Foundation Award:

Este prémio é atrbuído ao jogador que aplica os valores principais do hoquéi (compromisso, trabalho de equipa e perseverança).

Vencedor: Mike Fisher (Nashville Predators)

 Maurice Richard Trophy:

Este prémio é atribuído aos jogador com mais golos da época regular.

Vencedor: Steven Stamkos (Tampa Bay Lightning)

 Art Ross Trophy:

Este prémio é atribuído aos jogador com mais pontos da época regular.

Vencedor: Evgeni Malkin (Pittsburgh Penguins)

William M.Jennings Trophy:

Este prémio é atribuído ao(s) guarda-redes que tenham jogado pelo menos 25 jogos, com o mínimo de golos sofridos.

Vencedores: Brian Elliott e Jaroslav Halak (St. Louis Blues) 

Kings Campeões!!!

O 6 foi o número de ordem ontem em Los Angeles! Foram precisos 6 jogos e 6 golos para os Kings se sagrarem campeões pela primeira vez na história da organização! Os Devils adiaram o que parecia iminente o mais que puderam, mas ontem a equipa de LA destacou-se desde cedo no jogo e arrebatou os homens de New Jersey com uma clara vitória por 6-1.

A história dos Kings esta época foi um conto de fadas. Só ao jogo 81 da época regular asseguraram o seu lugar nos playoffs. A partir daí foram imparáveis. Os Kings tornaram-se a primeira equipa a classificar-se em 8º lugar e a ganhar a Stanley Cup, a primeira a vencer os 3 primeiros classificados da sua conferência e a primeira a ganhar os primeiros 3 jogos em cada ronda. Mesmo com todos estes recordes, os Kings não ganharam por serem uma equipa de estatísticas. Ganharam porque são e jogam como uma VERDADEIRA EQUIPA!

Os Devils foram o pior obstáculos dos Kings. Apesar de uma desvantagem de 3-0 nunca desistiram e conseguiram evitar a eliminação 2 vezes consecutivas até sucumbirem à superioridade da equipa de LA. Mesmo assim foi uma equipa que chegou à final com todo o mérito depois de uma ronda extremamente renhida com os Rangers que só acabou ao Jogo 7. No percurso dos Devils está marcado um nome: Martin Brodeur! Guarda-redes fantástico, com uma experiência inigualável e um sentido de liderança fabuloso. Um verdadeiro Senhor do hockey mundial, cujas qualidades são dignas de homenagem!

Outra futura lenda do hockey, que começou a escrever a sua história este ano, é Jonathan Quick que, para além do caneco,  ganhou o Conn Smythe Trophy ontem à noite. Quick, com um recorde de 16-4, 0,946 percentagem de defesas e 1,41 GAA conseguiu suplantar até a gloriosa época de Tim Thomas no ano passado.

Se os jogos anteriores tinham sido muito renhidos, com as duas equipa a lutarem até ao fim pelo resultado, o jogo de ontem foi diferente, com claro domínio dos Kings. Tudo começou com 5 minutos de penalidade a Steve Bernier por boarding e a consequente expulsão aos 10 minutos de jogo. A partir daqui foi uma chuva de golos. Os protagonistas: Dustin Brown PPG aos 11 minutos; Jeff carter, primeiro aos 12 minutos do 1º período em PP e depois logo no início do 2º período; Trevor Lewis também com 2 golos, um aos 15 minutos  do 1º período em PP e outro a faltarem 4 minutos para o fim do jogo e finalmente Matt Greene aos 16 minutos do 3º período. Adam Henrique ainda fez o golo de honra para os Devils a faltar 1 minuto para o fim do 2º período.

O capitão Dustin Brown foi o primeiro a levantar o caneco! Seguiu-se a parada habitual com todos os heróis de LA a segurarem a tão merecida taça. Brown e Kopitar acabaram a época empatados na liderança dos Playoffs com 8 golos e 20 pontos.

Assim se fez a história da Stanley Cup 2011/2012, com os Devils a morrerem na praia sobretudo por não conseguirem resolver o dilema Jonathan Quick e os Kings a terem uma época de sonho que se tornou realidade! A equipa de LA é a prova de que, com competência, qualidade, eficácia, uma estrutura forte, grandes jogadores e também um grande treinador mesmo os que aparentam desfavorecidos são sempre uma força a temer! GO KINGS!

Acreditar até ao fim…

“Acreditar” é a palavra de ordem em New Jersey. Pela segunda vez consecutiva, os Devils negaram a vitória aos Kings e continuam na luta pela Stanley Cup. Quando os Kings ganharam o Jogo 4, parecia impossível os Devils conseguirem recuperar…Agora, depois da primeira derrota fora de casa dos Kings nestes Playoffs, começo a ter dúvidas…

No Jogo 5, disputado no sábado, os Devils venceram por 2-1 e conseguem chegar ao Jogo 6, que será disputado hoje, em Los Angeles. A equipa de New Jersey deve a vitória no jogo de sábado e, a sobrevivência na final, a Martin Brodeur que, com 40 anos, fez 25 defesas. Além do guarda-redes, também o capitão Zach Parise e o defesa Bryce Salvador tiveram uma excelente prestação. Salvador fez o seu quarto golo nos Playoffs, depois de marcar…esperem…ele não tinha marcado nenhum golo em 82 jogos da época regular.

Os Devils adiantaram-se no marcador aos 13 minutos, por Zach Parise, que fez um golo improvável…em power play contra os Kings, imaginem! Logo no ínicio do 2º período, Justins Williams empatou o jogo, mas 6 minutos depois Bryce Salvador fixou o resultado final em 2-1, para os Devils. Nos últimos 30 minutos da partida, os Kings procuraram constantemente o empate mas os Devils, sobretudo Brodeur, conseguiram parar todos os remates da equipa de LA.

O último período ficou marcado por alguma agressividade, o que é uma novidade nesta série.  Os rounds neste combate foram: Jeff Carter vs Martin Brodeur; Jonathan Quick vs Adam Henrique; Dainius Zubrus vs Mike Richards, estes já depois do fim do jogo.

O Jogo 6 vai ser de certeza emocionante. Os Devils claramente não querem desistir. Quanto aos Kings têm apenas mais 2 hipóteses de serem campeões… É curioso que é a primeira vez estes Playoffs que os Kings jogam o Jogo 6… Será que entre tantos recordes, estatísticas e superstições isto terá algum significado?!

Devils “estragam” a festa!

Estava tudo pronto para a festa dos Kings na 4ª feira em LA, a taça estava lá, os jogadores estavam motivados e os adeptos compareceram em massa. Mas esqueceram-se de um pormenor: os Devils! A equipa de New Jersey ainda tinha uma palavra a dizer…e disse-a! Os Devils conseguiram finalmente bater Quick e ganharam por 3-1 no Jogo 4, reduzindo a desvantagem na série para 3-1.

A estrela do jogo foi Adam Henrique que fez o 2-1 para os Devils, num momento crucial da partida.

Nos 2 primeiros períodos não houve golos. E também não abundaram remates. A equipa de New Jersey, que tentou aumentar o seu caudal ofensivo neste Jogo 4, não o conseguiu fazer nos primeiros 40 minutos.

No 3º período, estavam jogados 8 minutos, Patrik Elias encontrou, finalmente, o caminho para a baliza de Quick e fez o 1-0. 60 segundos depois Drew Doughty fez o golo do empate.

Faltavam cerca de 5 minutos para o fim da partida quando Adam Henrique recuperou a pouca esperança que restava aos Devils, ao marcar o 2º golo da equipa de New Jersey.  Finalmente, a faltarem 20 segundos para o fim do jogo, Kovalchuk, em empty net, fixou o resultado em 3-1.

Mesmo com a derrota, os Kings só precisam de mais uma vitória e por isso continuam muito perto da Stanley Cup. Quanto aos Devils não podem dar um passo em falso e têm uma tarefa muito difícil pela frente. Por outro lado, também é verdade que esta vitória faz tremer os Homens de LA. Ou será que não!?….Não se pode esquecer que os Kings têm sido incríveis fora de casa e a série está de volta a New Jersey. O Jogo 5 disputa-se hoje e veremos se os Kings se sagram campeões ou se os Devils continuam a evitar o quase inevitável…

Kings a uma vitória da taça!

Quem diria que a equipa que precisou de 81 jogos para se qualificar para os Palyoffs, ia chegar à final da Stanley Cup e com a possibilidade de acabar a série em 4 jogos? A verdade é que foi exactamente isso que aconteceu e os Homens de LA devem este feito a uma excelente equipa e a um grande trabalho de todos os envolvidos.

Depois de vencer os 2 jogos em New Jersey no prolongamento, os Kings chegaram a LA  e arrebataram os Homens de New Jersey por uns impressionantes 4-0. Com este resultado ficam a 1 vitória da tão cobiçada Stanley Cup e podem fazer a festa em casa, já na próxima 4ª feira.

Quanto ao jogo de ontem, a estrela foi Jonathan Quick que fez jogo fantástico com 22 defesas. Como se isto fosse uma novidade… Se no ano passado Tim Thomas foi aclamado pela sua brilhante prestação, desta vez é Quick que tem o protagonismo.

O que também não foi novidade foi o fabuloso Penalty Kill dos Kings, não só no jogo de ontem, mas em toda a temporada.  Durante o segundo período, os Devils tiveram 3 power plays e nem um remate à baliza os Kings consentiram.

Melhor Golo:

Durante os primeiros 20 minutos não houve golos. No 2º período, Alec Martinez abriu o marcador aos 5 minutos. Aos 15 minutos Anze Kopitar alargou a vantagem para 2-0, com um dos melhores golos da final, até agora.

No jogo de ontem os homens de LA até afinaram o único aspecto em que têm estado menos fortes, o power play. Jeff Carter e Justin Williams marcaram o 3-0 e o 4-0, separados por 2 minutos no 3º período, em power play.

Os Kings estão muito perto do grande objectivo mas não tomam nada como garantido. Amanhã os Devils têm a derradeira oportunidade e, para continuarem a respirar, têm de encontrar o caminho da baliza e sobretudo a fórmula para bater Jonathan Quick. Ontem, os fãns em LA gritavam “We want the Cup”. Bom, a verdade é que amanhã esses fãns vão voltar a gritar e ela, a taça, vai lá estar.